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ONE TREE HILL: O QUE PODEMOS ESPERAR DESSA SEQUÊNCIA INESPERADA?

Por Bárbara Sobral •
domingo, 1 de setembro de 2024

 


Quem poderia esperar que no Bingo de 2024, eu estaria riscando esse quadradinho: nós teremos uma nova temporada de One Tree Hill (2003 - 2012). Criada por Mark Schwahn, a série com pegada de melodrama com duas fases distintas, uma narrando as desventuras dos adolescentes de Tree Hill e a outra fase concentrando nas suas vidas adultas, vivendo em Tree Hill, uma cidade fictícia quase um personagem na narrativa dramática sobre os desejos, temores e a vida.

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VAN HELSING: QUANDO UMA BOA IDEIA NÃO BASTA.

Por Bárbara Sobral •
quinta-feira, 9 de junho de 2022

 



Vou começar desabando as suas expectativas: Van Helsing não é uma série boa, muito menos ela foi produzida em um canal bom - no caso, o canal estadunidense SyFy, mas retorno quanto a isso mais a frente. E dificilmente ela estaria na minha lista de cinco séries sobrenaturais que eu recomendaria para alguém assistir. 
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03 séries para maratonar nesse Carnaval

Por Bárbara Sobral •
sábado, 2 de março de 2019




Hey, mates! Tudo bem por aí? Você está curtindo esse Carnaval no bloco do sofá, né? Que tal dedicar esse seu tempo assistindo uma sériezinha boa - ou várias da Dona Netflix?
VEM COMIGO!

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05 séries para assistir com toda a sua família

Por Bárbara Sobral •
terça-feira, 11 de dezembro de 2018

HEY, MATES!
Tudo bem com vocês?

Férias chegando com Natal e Ano Novo e nada melhor para fazer nesse período de descanso do que maratonar uma série com pipoca, doces e muitas risadas.

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5 filmes natalinos para morrer de amores

Por Bárbara Sobral •
terça-feira, 4 de dezembro de 2018

HEY, MATES!
Tudo bem com vocês?


Cá estou eu ansiando para a chegada do amado Natal e pensei: é claro que eu não estou sozinha nessa, né? Logo, vou fortalecer o nosso desejo e separei alguns filmes natalinos imperdíveis para você assistir na sua televisão e entrar no clima natalino brasileiro cheio de rabanada e muito calor.

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03 séries para maratonar nesse Halloween!

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Hey, Mates!

Tudo bem com vocês?


Começou a contagem regressiva para o Halloween e eu separei três séries curtinhas, incríveis e do balacobaco no climinha do terror e suspense que, nós amamos por aqui para maratonar até o dia 31! Vamos conferir?

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Hey, Mates! | SAMANTHA! é bom? (Vídeo)

Por Bárbara Sobral •
quinta-feira, 26 de julho de 2018


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CRÍTICA | 1x07 - AKA Top Shelf Perverts - Marvel's Jessica Jones

Por Bárbara Sobral •
segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Malcom, Simpson e Trish se rebelam contra Jessica para evitar que ela leve a cabo um plano extremo para despistar o Homem-Púrpura.


O que Kilgrave quer? Apenas uma coisa e eu te garanto não é nada perto do que você imagina.
Em Top Shelf Perverts a série patina entre os erros cometidos por Jones por conta de sua 'obrigação' de ajudar Jeryn com seu divórcio e sua imaturidade ao lidar com Kilgrave que não está um passo a sua frente, mas está prestes a vencer a maratona, enquanto ela não chegou nem na primeira curva.

Enquanto Jessica tenta engolir a culpa pela morte de Reva e como isso afetou Luke, principalmente por ele não ter tido uma reação questionadora, e sim violeta, o que é justo devido a situação. De qualquer modo, Jones está novamente sozinha e tem apenas o seu trabalho como válvula de escape. Afetada pelas suas emoções e a insistência irritante de Hogarth, Jess não surpreende ao usar de sua força e um pouco de sua impulsividade para obrigar Wendy (aprendi o nome dela!) para assinar as papeladas do divórcio, só que isso sai um pouquinho do controle e suas consequências irão afetar Hogarth diretamente.
                           
Você não sabe de nada, graçinha.
Paralelamente sabemos que Kilgrave, de alguma forma, sabe onde Jones vive e lhe visita, com uma intenção desconhecida, entretanto ele é quem é surpreendido com a visita de Rube e sua boa intenção de paparicar Jessica. É aqui que Kilgrave deixa clara suas intenções com Jones. Ele não quer destruir sua vida, ele quer ser a sua vida. Por isso ele lhe comprou a sua antiga casa, é por isso que ele não busca controlar sua mente, e sim quer que ela venha até ele por livre escolha. Ele a quer puramente. O cara não é apenas um stalker, é um doente mental da pior estirpe.

Rube é encontrado morto na cama de Jessica e a nossa heroína, não vendo outra saída, opta por um caminho perigoso e sem retorno: ser presa por tal crime e levada para a prisão de Segurança Máxima, onde ela acredita que conseguirá colocar as mãos em Kilgrave. Assim comprovando através das câmeras de segurança os seus dons, e conseguindo inocentar a si e Hope Pelo menos é isso que Jessica quer acreditar e a gente não vai destruir as esperanças da guria, certo? Pode parecer altruísmo ou honra, mas como Malcolm, considerei burrice mesmo.

Tentar te defender está difícil, viu, amiga?

Dai por diante, Jess vai seguindo um lista mental de pequenas obrigações para deixar a vida das poucas pessoas as quais amam protegidas e seguras, como o seu dialogo com a nojenta mãe de Trish e sua visita no bar onde Luke trabalha, apenas para se desculpar por uma última vez.

Malcolm não aceita o plano de Jessica e busca por Trish para ajudá-lo a colocar algum senso na cabeça da vizinha. Enquanto isso Simpson continua sua vigília aos passos de Kilgrave, entretanto uma atitude questionável leva o público a duvidar de que lado do jogo ele encontra-se.
Trish continua a crescer na trama. Até então acreditávamos que ela era uma boa amiga para Jones, talvez oriunda da época do colégio. No entanto, a série nos relata que após perder os seus pais, Jones foi adotada pela senhora Walker, como uma espécie de 'boa ação' para a sua então famosa filha, Patsy Walker. Esse arco ainda vai dar o que falar.

Só quero fazer o certo, uma vez.

Jessica pode não ser a típica heroína buscando proteger sua cidade, mas ela nutre um amor particular e secreto por Nova York, o que fica declarado numa bela cena da personagem subindo ao topo da ponte e despedindo de sua cidade com uma vista panorâmica belíssima.

E aconteceu, o grande embate aguardado entre Jessica e Kilgrave e posso dizer: Valeu a pena. Valeu a pena aguardar, remoer todos os erros de roteiro para finalmente chegarmos nesse ponto onde Kilgrave nos enaltece com toda a sua inteligência, esperteza e charme (o cara é ruim, mas não quer dizer que não tenha lá o seu charme) e é aqui que finalmente Jessica descobre o que ele almeja de si, e lhe garanto, a nossa heroína estava esperando por tudo, menos isso. A cena por si só, com todas aquelas pessoas sendo controladas por um único individuo culimam para nos mostrar a grandiosidade dos poderes do vilão e também a imaturidade de Jessica. A cena é tensa e assustadora, e definitivamente é uma das melhores sequencias até então de Jessica Jones.

E agora os jogos começam... 
                           
Ainda sinto que Jessica Jones está capengando ali e aqui, entretanto esse consegue deixar uma marca na série.
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CRÍTICA | 1x06 - AKA You're a Winner - Marvel's Jessica Jones

Por Bárbara Sobral •
sábado, 21 de novembro de 2015
AMIGA, não tem como te defender!

Luke contrata Jessica para ajudá-lo a encontrar alguém que pode ter fugido da cidade, mas ela teme que ele descubra muito sobre sua história durante o processo.

Buscando mais detalhes sobre a morte de sua esposa, Luke Cage encontra uma mulher que pode lhe dar importantes informações, mas ele terá que dar algo em troca: seu irmão está desaparecido e ela suspeita que ele foi sequestrado e cabe a Luke encontrá-lo. Alegando precisar de confidencialidade e um serviço discreto com exito garantido, ele contrata Jessica para ajudá-lo a encontrar o rapaz. Desconfiando que Luke possa estar Kilgravezado, ela não aceita de cara, mas ao descobrir os motivos por trás de tal serviço, Jessica não consegue ficar fora desse caso, e até nega o pagamento, alegando que deve a ele.

Durante toda essa investigação, Jessica e Luke esbanjam uma química invejável. Enquanto buscam pelo rapaz, Jones tenta a todo custo ficar um passo a frente de Cage, certificando que ela terá a posse de tais informações antes dele. Ela até tenta confidenciar a ele o que sabe, mas o momento é estragado, e mais uma vez ela deixa a chance passar, por medo, covardia, vai saber...
Por outro lado, Malcolm fez o favor de deixar Luke a par da tumultuada vida de Jessica, por preocupação pela nova amiga e por quê não, uma forma de gratidão por ela ter o ajudado a lutar contra seu vicio, quando todo mundo simplesmente virou as costas para ele.
Eu não vou ser feito de trouxa por você. Fui trouxa.
                                 
Péssimas decisões. Essa frase poderia definir o espirito por trás de You're a Winner. Jessica poderia ter evitado o abrupto rompimento com Luke se tivesse sido sincera com ele desde o princípio, e veja bem: não estou falando sobre a sua história por trás da morte da Sra. Cage, e sim sobre Kilgrave. Jessica é desconfiada por natureza e compreendo que para ela confiar em alguém, depois de tudo que ela viveu e passou nas mãos de Kilgrave (o que apenas desconfiamos na série, mas sabemos dos podres oriundos dos quadrinhos), especialmente por ele ser homem é difícil. E tá, tá, toda série precisa ter uma boa parcela de drama para o público sofrer com o personagem, mas esse drama era necessário? Honestamente, acredito que não. Jessica precisava apenas confiar em Luke para falar sobre Kilgrave, para então lhe contar sobre seu envolvimento com a morte de sua esposa, o que sim daria em drama, mas bem justificado. Lembrando que esse enredo envolvendo a Sra. Cage não existe nos quadrinhos, logo sendo uma história exclusiva da série e honestamente, gostei da proposta, mas considerei um pouquinho clichê. Poderia ter tido mais impacto em mim e no mundo da série se tivesse sido aborda com um pouco de mistério e dramaticidade. Sabe o que esse enredo parece aos meus olhos? Uma desculpa para Luke e Jessica não ficarem juntos. Novamente: DESNECESSÁRIO.

Uma das coisas as quais ando desgostando profundamente a alguns episódios é a quantidade excessiva de personagens. Por quê? Alguns são essenciais para a trama, mas alguns estão aqui apenas para ocupar espaço ou pior ser interesse romântico de um personagem X ou personagem Y. Tudo bem um personagem X ter um par romântico ou você colocar alguém ali como uma peça importante para alguma trama, entretanto ele não precisa estar presente em todos os episódios, se não for essencial para a trama, coisa que sinto com a namoradinha da Hogarth (qual o nome dela mesmo?) e de sua futura ex esposa (qual é o nome dela também).

Rehab da Tia Jones. Ganha desconto quem for amiguinho do Kilgrave.
Malcolm é outro, mas estou lhe dando uma oportunidade depois de seu envolvimento com Kilgrave. Torço para ele transformar-se num sidekick para Jones, mas não estou nutrindo esperanças não. Quanto a Hogarth, ela tinha tudo para ser uma das personagens mais interessantes, carismáticas e independentes da série, mas ela é chata. Para caramba! Ela aparece em cena apenas para fazer um comentário sarcástico, depreciar a Jessica, reafirmar sua sexualidade e desejo de divórcio. Sério, Marvel? Você podia fazer melhor! Hope também é outra. Ela é importante para Jessica ter uma motivação de encontrar e capturar Kilgrave, mas depois que ela e Hogarth conseguiram unir tantas pessoas que dizem ter sido manipuladas por ele, Hope perde sua utilidade primária e se torna mais uma, entre tantos. Ela tinha necessidade de fazer todo aquele auê? Pagar uma brutamonte para bater nela, para assim abortar naturalmente, quando ela podia ligar para Jessica, como ela fez QUANDO LHE PEDIU O DINHEIRO PARA SER ESPANCADA? Exagerado e desnecessário. E o que Hogarth quer com o feto? Ótima pergunta enfermeira. Será que ela vai usar para ajudar (ou atrapalhar) no processo?

Kilgrave >>>>> Stalker
Um pouco instável em sua execução, a série peca em não seguir o ritmo deixado a esmo no último episódio para nos entregar mais um episódio filler, quase desnecessário para o futuro da série. Apenas para nos fazer ansiar pelo próximo passo de Jessica contra Kilgrave e nos fazer roer as unhas teorizando o que diabos ele está planejando contra ela? Será que isso é necessário para o futuro da série ou a produção está tentando separar Jessica dos conceitos entregues por Daredevil, por isso a série parece pertencer a um mundo e até mesmo produtora diferente? O cliffhanger desse episódio (como dos outros) é digno de apertarmos o play para o próximo episódio, mas me questiono até quando a série irá se valer de bons cliffhangers e poucos episódios com começo, meio e fim.


P.S: Angela Del Toro, a detetive recomendada por Jessica para o caso de Luke, na realidade é uma heroína conhecida como Tigresa Branca, conhecida por ser uma personagem secundária no Universo do Daredevil. Se ela irá aparecerá futuramente em uma das séries? Talvez, eu espero tudo da Marvel.
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CRÍTICA | 1x05 - AKA The Sandwich Saved Me - Marvel's Jessica Jones

Por Bárbara Sobral •
Pelo Amor de Deus, paguem um e levem dois!
Apesar das objeções de Jessica, o novo amigo de Trish, Simpson se envolve na sua busca pelo Homem-Púrpura. Jessica ainda relembra um momento crucial de sua vida.
Até agora, AKA the sandwich saved me é o meu episódio favorito. Por quê? Tivemos um pouquinho de tudo: Jessica tentando consertar o seu presente fodido, relembrando o seu passado um pouquinho menos ferrado, mas ainda assim descarrilhado a seis meses atrás (Pré ataque dos Chitauris). Seguindo a ideia por trás de Nelson vs. Murdock, o episódio é construído sobre a base de quem Jessica era no passado e quem ela é agora. No geral tivemos um episódio muito bom, por outro lado não supera o impacto e importância de Nelson vs. Murdock para a primeira temporada de Daredevil. Talvez, aqui o episódio tenha errado a mão ou quem sabe, eu ainda não assisti a esse episódio definidor. Seguindo...

                                 
Eu estou vendo aqui que já deu para mim, viu? Tô caindo fora!
Jessica não tinha profissão, muito menos uma carreira. Não era feliz, mas também não era um poço depressivo ambulante. E, estava fortificando a ideia de se tornar uma Heroína (veja bem, aqui o termo Heroína é utilizado, invés de Vigilante, uma diferença importante para a construção da personagem). Talvez essa seja a sua grande missão na terra. Além do mais, aqueles particulares dons não podiam ser desperdiçados, certo?

Esse episódio é excelente para definir quem Jessica é, em seu próprio Universo. E é aqui também que a personagem se distancia grandiosamente dos seus rumos derivados de Alias. Veja bem, como disse anteriormente na minha resenha sobre o quadrinho Alias (1-9), Jessica é uma personagem recente dos quadrinhos, logo ela não tem muitos arcos conhecidos pelo público, o que abre espaço para os roteiristas criarem histórias originais. Isso é ótimo, como também pode ser péssimo. É aí que mora o perigo... Parece fácil adaptar uma história existente, mas não é, e pode ter certeza adaptar uma história existente e ter liberdade criativa sobre, é pior ainda.

                               
I have a dream my life would be... ♪
Ser ou não ser uma heroína, és a questão. Entre flashbacks e o presente, conhecemos um pouco mais de Jessica e admiramos o crescimento de Trish Walker na série. Trish deseja deixar o passado de Patsy para atrás, e mesmo sendo rica, bem sucedida e linda, como Jessica mesmo implica, Walker quer mais: quer salvar o mundo. Clichê, mas bonitinho. Já Jessica... não tem motivação alguma com coisa alguma. Depois de salvar uma garotinha de quase ser atropelada, Jessica assisti uma Trish sacudir na sua face um cosplay bem barato de Jewel na fuça da amiga. Jones declara o tão idiota seria sair nas ruas vestida daquele modo, mesmo que ela esteja considerando a ideia, enquanto Trish mostra animação em um dia vestir um traje e salvar o mundo. Numa das tantas entrevistas haviam dito que o Uniforme de Jewel estaria presente na série, mas que Jessica não o vestiria. Bom, até o dado momento sabemos que o protótipo existe, agora cabe esperar para descobrir se Jones irá usá-lo em algum flashback ou no futuro.

Além de Trish, Will Simpson cresce na série. Não apenas por ser o interesse romântico da melhor amiga de Jones, mas também por ser um personagem interessante, com ótima química tanto com Ritter quanto com Taylor e uma ótima contraposição com a protagonista. Enquanto Jessica quer apenas consertar as merdas feitas por si no passado e no presente, Will quer fazer o certo, não importando como. Sua presença no plano foi essencial para tornar possível a captura, como também a proteção de Trish e da própria Jessica. Nossa protagonista acredita ser invencível e Will mostra ter a habilidade de jogar a merda no ventilador e mostrar aquilo que Jones teme ver com os seus próprios olhos. Enquanto isso, Trish se constrói sozinha como sua própria heroína, mas descobre ter fraquezas que nenhuma aula de Krav Magá pode ajudar.

MIGA, JÁ DESCOLEI A FANTASIA DE HALLOWEEN!
                             
Alguém esperava que esse plano daria certo? Por favor! Estava na cara que ia dar treta quando o assunto foi mencionado pela primeira vez. Kilgrave não é apenas poderoso, mas esperto e Jessica subestimou isso. Esse é o episódio, no qual finalmente conhecemos o primeiro contato entre Jessica e Kilgrave, como também a dimensão dos dons do vilão. Se antes estava confuso compreender como ele conseguia controlar tão deliberadamente qualquer um, agora ficou bem claro a capacidade do seu dom, como também o livre arbítrio do dominado é destituído.

Ando lendo muitas comparações entre Kilgrave e Kingpin pela internet (como também com Daredevil num todo, mas isso é assunto para outro post), o que é esperado, entretanto acho importante marcar aqui a enorme diferença entre um e outro: Enquanto Kilgrave possuí um poder ilimitado em si, Kingpin fez o seu poder, através de manipulação, chantagem e dinheiro. Eles são vilões com propósitos diferentes e compará-los não faz o menor sentido, pois ambos são grandiosos e terríveis em seus pedestais.

Vamos nos ferrar? SIM!
                       
Diferente de Simpson, Jessica não busca redenção, ela continua buscando por consertar os seus erros. Ela se martiriza e culpa pelos atos cometidos por Kilgrave, considerando eles como seus pecados, quando não é. Novamente ela toma uma vitima sobre os seus ombros, Malcom, mas diferente com Hope, aqui, Jessica toma uma postura protetora e quase pesarosa. Por mais que suas palavras sejam duras e ela não tema as consequências delas em Malcolm, Jones busca salvá-lo de si mesmo, quase como se ela estivesse a falar com um reflexo de si.

Sou um pouco doido... por você.
                         
Para mim, até agora, esse é o melhor episódio da temporada. Poderia ter alcançado outro patamar e ter sido melhor? Provavelmente, mas no nível em que se encontra, a série entrega ao público o que ele precisa saber agora. Jessica Jones não é Daredevil, muito menos um Capitão América. Ela não é uma heroína, nem busca isso. Ela nem ao menos inspira as pessoas a alguma coisa e talvez isso esteja deixando o público um pouco ressabiado com a sua postura ou até mesmo não estejam conseguindo se conectar com si e os seus propósitos. Não usar um traje e não se denominar Justiceira não lhe diminuí, pelo contrário, lhe coloca num novo e único patamar, onde ela não tem mais medo de ser o que é, seja uma super dotada, seja apenas uma detetive na merda. O episódio, por fim, também deixa em aberto algumas importantes perguntas para o futuro de Jessica: Quem ela foi a seis meses lhe transformou em quem ela é agora, então quem ela se transformará após essa nova experiência com Kilgrave?
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CRÍTICA | 1x04 - AKA 99 Friends - Marvel's Jessica Jones

Por Bárbara Sobral •
I got 99 problems and you'll be another one.

Um novo caso exige a atenção de Jessica enquanto ela tenta descobrir quem está espionando ela a mando do Homem-Púrpura. Além disso, o programa de rádio de Trish traz conseqüências inesperadas.

No seu normal, Jessica é desconfiada, imagine sabendo que existe uma (ou uma dezena) de pessoas tirando fotos suas em seu cotidiano? Isso é o bastante para pirar a nossa heroína. Além disso, ela precisa lidar com a sobrevivência impossível de Kilgrave e proteger Luke e Trish dos riscos de estarem ligados a ela, quando Jessica nem desconfia que vive em risco a muito mais tempo.

Estava estranhando a falta de um caso isolado para Jones. Ela precisa trabalhar certo? O excesso de foco em Jones e em sua busca por Kilgrave não chega a ser uma falha, mas tem lá a sua saturação. Nós ainda temos nove episódios pela frente, onde ele pode não apenas ser melhor desenvolvido, como todas essas buscas de Jones. E quanto a quem ela é e o que ela faz, isso não pode ser abordado apenas no fim da série. Esse é o papel de AKA 99 Friends, nos mostrar camadas psicológicas de Jessica e sua capacidade profissional sob pressão.

EU NUNCA GOSTEI DESSA CASA MESMO!
                             
A sua nova cliente, diferente do último, é uma irritante perua buscando por provas de traição do seu marido, o que irá lhe ajudar no processo de separação. Um pouco confusa e suspeita, Jessica não está muito confiante quanto ao discurso da perua, mesmo com ela sendo cliente da firma de Hogarth, isso não dá muito animo para ela aceitar seu caso, mas devido a sua persuasão e seu temor de estar sendo paranoica, ela acaba por aceitar, mas não fica em paz. Jessica conversa com Hogarth buscando informações sobre a tal perua, mas ela apenas confirma ela ser uma cliente, nada mais de importante lhe é dito, então lá vai Jess fazer, é claro, treta.

Entre as suas zilhões de preocupações, como pensar em deferir um soco em todas as câmeras as quais surgem em seu caminho e preocupada com Trish, ela segue a perua para garantir que ela não está sendo Kilgravezada e acaba descobrindo bem mais do que esperava. Na realidade, eu não esperava nada disso como conclusão desse plot. Honestamente, foi uma conclusão incrível, extremamente conectado com a filosofia por trás de 'Guerra Civil' e é aqui que é marcado o momento cronológico da série: Pós Avengers e bem provavelmente, pós Daredevil, mas isso ainda não ficou claro.

Adivinha quem veio para jantar?
                         
Jessica destruindo toda uma casa, enquanto expõe fatores de sua vida é uma das melhores e mais importantes da personagem, até agora. Paralelamente, Trish tenta consertar o seu erro impulsivo com Kilgrave, pedindo perdão pelas suas palavras grosseiras e enaltecendo o seu ego. Isso confortou o vilão que agora acredita tê-la em sua mão. Outro buscando por redenção por seus atos incontroláveis é o policial Simpson. Ele busca ajuda de Jessica em aconselhamento, mas ela não é muito boa nisso. Acaba que Simpson busca o perdão de Trish e o que surge dali não era esperado pelos personagens, nem por mim. Por mais previsível que seja, gostei muito do desenvolvimento desse relacionamento entre Simpson e Walker e confesso estar shippando esse provável casal, graças a química entre os atores e a minha simpatia com a loirinha.

Sem Luke Cage, outros personagens ganham espaço, como Trish, Will e Hogarth, quem busca desesperadamente conseguir algo podre sobre a ex para ganhar no processo de separação para então dar o ponta pé inicial em seu novo relacionamento com sua jovem secretária. A advogada busca a ajuda de Jones nisso, mas a nossa protagonista não está tendo muito sucesso, ainda mais com sua cabeça cheia de intrigas e conspirações rodeando a sua vida. Assim que ela descobre quem é o fotografo contratado por Kilgrave, Jessica fica desolada e novamente, perdida.

Eu não sou o rato dessa história.                           
Seguindo por um caminho oposto e menos interessante aos seus últimos três episódios, Jessica Jones descobre não estar presa numa caça de gato e rato, e sim num jogo mental e psicológico, onde Kilgrave a manipula perfeitamente em seus propósitos, aos quais ela se quer desconfia o que seja. Se antes o seu proposito era capturá-lo, dopá-lo e levá-lo preso, agora é descobrir o que ele realmente quer dela, além de manipulá-la e enlouquece-la.
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CRÍTICA | 1x03 - AKA It's Called Whiskey - Marvel's Jessica Jones

Por Bárbara Sobral •

Ding dong, quem está aí? Sou eu. Seu pior pesadelo. 
Jessica acredita que encontrou uma arma para usar contra o Homem-Púrpura. A ligação de Luke e Jessica se estreita conforme eles descobrem terem semelhanças.
Se você, como eu espera por um episódio onde Jess abra o seu coração, um pouquinho mais sobre Trish e tenhamos mais do nosso Luke Cage, It's Called Wiskey foi moldado para nós. Jessica e Luke já conheciam muito bem o que eles não tinham em comum, e agora estão desfrutando do prazer de conhecer o que eles tem em comum. Para eles isso é novo, é especial e eles aproveitam da melhor forma. Como? Bom, vocês sabem? Sexo, muito sexo. Até achei sexo demais. Não me chame de puritana, mas tenho lá as minhas preocupações com a Marvel/Netflix exagerando com o conteúdo adulto. POR MAIS que as suas séries sejam adaptadas para o público adulto, Daredevil adquiriu um forte público infantil, a qual deve migrar para Jessica Jones. Ter um conteúdo maleável para todos os públicos é uma das qualidades e dádivas para criar um sucesso para todos os públicos.

                               
Nós somos tão lindos juntos. Vamos fazer a Barbara sofrer com o nosso amor impossível?
Jessica está se entregando a esse relacionamento sem futuro com Luke, como ele também está se entregando sem pudores. Não houve uma necessidade de forçar um dialogo sentimentalista para criar um vínculo e química entre o casal (Cof, cof, aprende, Karen Page). Aqui o casal patinou na cena, mostrando não ter compromisso em querer agradar um ao outro, muito menos em abrir seus sentimentos só por quê eles tiveram algumas noites juntas. A menção ao Verdão e sua equipe fez meu coração acelerar descompassadamente - e a reação de Jessica com a probabilidade de ter outros como eles é ótima também. Alias, Ritter está fantástica como Jones. Agora entendo os elogios corriqueiros dos atores e produção ao trabalho dela. A guria nasceu para ser a Jones.

Por alguns instantes nesse episódio cheguei a acreditar que Jones e Luke poderiam viver alguns momentos de felicidade em meio ao inferno da vida de Jones, talvez um relacionamento, mas eu conheço os quadrinhos e também não estou pronta para me entregar a um shipp para sofrer, apenas. Mesmo sendo um shipp tão lindo como esse ♥

E fique aí o aviso, se você espera que Jessica tenha momentos de felicidade exarcebada, pode tirar o cavalinho da chuva: essa personagem vive num eterno loop de depressão, vícios, perdas e pessimismo. Quando ela finalmente dá um UP em sua vida, é quando ela se casa e tem uma filha com Luke nos quadrinhos, mas tá bem claro nesse ponto da série que até um namoro está fora de cogitação nessa primeira temporada entre eles. Então pegue a caixinha de lenços, abra um vinho e solta Amy Winehouse. Não seja trouxa e relaxa que aqui a sofrência é livre.

Já vi que vou sofrer nessa bagaça, viu?

Mas vamos recapitular as motivações de Jessica nesse episódio. Depois que ela consegue provar a Hogarth que Kilgrave é real, e não uma loucura na mente de Hope, Jessica não se sente mais ligada a Hope, mesmo com ela sendo destroçada pela mídia, e segue em frente se dedicando inteiramente a encontrar Kilgrave, contudo após seu encontro com Luke e a lembrança de sua falecida esposa, vemos em seguida, Jessica busca Trish Walker para lhe auxiliar. Para a nossa alegria, Trish Walker ganhou espaço nesse episódio. Jessica busca a ajuda de Trish para expor a realidade Hope, já que a jovem está sendo destroçada pela mídia e Hogarth está mais querendo que o circo pegue e o palhaço (no caso, Hope) se ferre.

Sobre Trish, ela é considerada uma importante radialista de Nova York, é famosa pelo seu trabalho e aparentemente por ser uma ex atriz mirim. Sua relação com sua mãe, é no mínimo, violenta, pois após ver a amiga cheia de hematomas pelo corpo, Jones questiona se a sua mãe retornou, então ela lhe explica que aquele corpo, só toca quem ela quer e ela encontrou no Krav Magá uma forma de proteção e segurança.



Para quem não sabe, Trish Walker ou Patsy Walker é uma antiga personagem do Universo Marvel com afiliações com o grupo dos Defensores e os Vingadores. Ela é uma super heroína com domínio nas artes marciais e super força nas noites de lua cheia, por isso seu codinome Hellcat. Já foi dito que não veremos Jessica portando um traje, pelo menos não agora, então dificilmente veremos Trish seguir por esse rumo, contudo acredito que ela esteja sendo desenvolvida lentamente para se tornar a Hellcat. Motivações e meios não lhe faltam, muito menos esperteza e capacidade.  Na série foi rapidamente mostrado uma das HQs com Trish como protagonista, trabalho de sua mãe e o seu (contundido) fã menciona sentir falta dela ruiva. 

Surtações a parte, Trish mostra ser impulsiva ao denegrir a imagem de Kilgrave publicamente, para irritabilidade e preocupação de Jessica. É claro que ele toma uma atitude quanto à isso e Trish não está nem um pouco preocupada com isso, enquanto Jones simplesmente surta pela proteção de sua amiga. Walker é aconselhada a amiga para se proteção e evitar contato público nas próximas horas e ela concorda devido a intensidade da preocupação da amiga. Esse é o episódio onde temos uma apresentação clara da maldade e descontrole por trás das ações do nosso vilão, se é que isso não estava claro ainda... Utilizando dos seus poderes, Kilgrave envia um policial na casa de Trish com a alegação de que precisa lhe fazer perguntas quanto ao seu ataque ao fã na estação de rádio. Em duvida ela titubeia em deixá-lo entrar, mas o faz, quando devia ter escutado a amiga. Trish mostrar saber muito bem a arte do Krav Maga, mas ainda precisa aprender muito sobre malícia e a maldade humana. Por um triz, sua via se encontrou, mas Jessica chegou no momento exato de salvar sua amiga e conseguir o paradeiro de Kilgrave.
Should I Stay or Should I Go? 

Perseguindo o policial Simpson, ela consegue encontrar o paradeiro de Kilgrave e descobrimos como ocorreu a morte da falecida esposa de Luke e qual foi o papel de Jessica nisso. Distraída tentando salvar a vida do policial suicida (a mando de Kilgrave), ela acaba por perdê-lo, entrando novamente em outra intricada luta, tentando escapar dos 'defensores' de Kilgrave. Mas nem tudo está perdido... Jessica pode ter ficado cara a cara com Kilgrave e não ter conseguido injetar a anestesia roubada do hospital (utilizando Malcom de isca para isso) mas acabou descobrindo que Kilgrave tem acompanhado seus passos por semanas, através de fotografias. Agora cabe a Jessica descobrir quem (ou quantas pessoas) está a lhe seguir e quando ela conseguirá encontra Kilgrave para colocar seu plano em prática.
Stalkeeeeer ♪                                    
Estou gostando muito do ritmo da série. Não vou negar que Jessica saber de uma anestesia capaz de neutralizar o Kilgrave no episódio três e ter o conseguido tão rapidamente, me incomodou um pouco, mas é um incomodo por ainda termos 10 episódios pela frente. De duas ou uma: ou isso não vai funcionar ou ela vai perder isso durante a trajetória da história. Estou adorando ver vários aspectos de Alias adaptados e moldados para o que a Marvel/Netflix quer dessa série. Eles não só estão valorizando os quadrinhos, como o trabalho de Bendis e isso, mates, eu preciso aplaudir. Os atores estão ótimos em seus papeis, sem exceções, apenas preciso elogiar a telentosissima Ritter, ela está incrível no papel e me fez morder a língua por duvidar da sua capacidade. Fotografia excelente, muito similar a de Daredevil, só que com menos jogos de cores. A trilha sonora é mais presente e enriquece as cenas.

Até o momento estou curtindo muito a série e curiosa para saber o que acontecerá no próximo episódio. Vamos ver?

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CRÍTICA | 1x02 - AKA Crush Syndrome - Marvel's Jessica Jones

Por Bárbara Sobral •
Fazer o certo ou consertar seus erros?
Jessica promete provar a inocência de Hope, mesmo que isso signifique perseguir uma figura aterrorizante de seu passado. 
Quantos minutos teve esse episódio? 20 minutos? Honestamente, nem percebi. Foi ágil, foi preciso e foi incrível.

                                    
                                

Jessica não foi embora. Na realidade, Jessica foi presa por ter sido encontrada na cena do crime, com Hope. Por não terem provas contra ela, Jones coloca a banca e consegue se mandar de uma provável acusação infindável. Mesmo podendo se desligar do caso de Hope, ainda mais por ela não ter mais a ligação com os seus pais no caso. Ela consegue conversar com Hope, apenas para descobrir que a mente dela foi tão manipulada que a jovem não consegue mais diferenciar o que é ela falando e o que é ele, aquele espectro pairando sobre ela. Além disso, Jessica tem a confirmação que ele tentou moldar Hope a ser o que Jessica era e isso claramente atormenta a detetive.

Intrincada em problemas, Jessica ainda precisa lidar com o seu último trabalho. Luke não é do tipo de cara em busca de problemas, Jones lhe ajuda sem saber, ao revelar que o seu casinho na realidade é uma traição das grandes. Assim ele termina tudo o que é claro deixa a mulher bem decepcionada por perder o seu casinho. Uma mulher infiel insatisfeita por ter sido descoberta na traição é quase pior do que uma mulher traída. Jones é ameaçada por ela e ainda declara que seu marido foi atrás de seu amante, para lhe fazer pagar por isso. Desesperada pela retaliação, Jessica vai em busca de Luke, para alertá-lo, mas acaba o ajudando muito mais. A cena de luta no bar foi muito bem coreografada e desenvolveu bem os dons de Jessica, como apresentou os dons de Luke e eu preciso confessar: QUE DONS!
 
CHEROSA DA TITIA ♥
                                 
Seja por proteção ou outros motivos, Luke despacha Jessica, apenas para ela ser surpreendida por Trish, em seu apartamento/escritório. Jessica e Trish se encontraram momentos antes no episódio, o que apresenta a Walker que Jones não partiu, como ela pretendia e também acaba lhe expondo que as coisas estão difíceis e Trish pode ser colocada em perigo. No apartamento, o assunto é melhor discutido. Jessica quer proteger a amiga de sua vida perigosa, mas Trish acredita que pode fazer isso por conta própria, mesmo desconhecendo o poder do inimigo. Conhecemos pela primeira vez o único relacionamento, não tão saudável na vida de Jessica, mas que ela busca com o seu jeito duro de ser, consertar. E eu preciso dizer aqui: me encantei pela Trish.

Na realidade, estou encantada por todos os personagens (e vale ressaltar que o mesmo não aconteceu em Daredevil). Por outro lado, Trish mostrou que não está jogando verde para colher maduro, vide a cena em sua casa. Ela sabe muito bem o que está fazendo ao dizer que sabe se proteger. Ela tem um passado tumultuado e sua mãe parece ser um dos seus problemas, e definitivamente isso será melhor explicado no decorrer de seu desenvolvimento na história. E como estou ansiosa para conhecer a origem de Hellcat (será que teremos Hellcat?).

Essa não é uma história de uma heroína, é a história de Jones.
                                   
Como se a vida de Jessica não estivesse ruim o bastante, ela ainda descobre que está relacionada com a morte da esposa de Luke. Ainda não sabemos como, mas ela tem uma ligação com isso, e é claro que será um drama entre ela e Luke. Mike Colter e Krysten Ritter tem uma química incrível e mostram bem estar em grande conexão com a história dos seus personagens. Diferente dos quadrinhos, o casal provavelmente passará por maus caminhos, até finalmente se encontrarem como um casal.

Esse episódio é uma marca no Universo de Jessica Jones. Essa não é a história de uma heroína tentando salvar sua cidade, é uma jornada pessoal de uma mulher buscando encontrar paz de consciência para si. Não existe altruísmo em seus atos, não existe honra. Ela não quer ajudar a Hope por saber a verdade, mas por se sentir responsável. Ela não parou o Kilgrave antes e olha no que aconteceu? Tudo que ela faz é apenas na intenção de acabar com um problema em sua vida, e curiosamente é um problema para a cidade.

                                    

A metáfora da barata e Kilgrave é direta: só tem um jeito de Jessica exterminar essa infestação, esmagando-o.
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CRÍTICA | 1x01 - AKA Ladies Night - Marvel's Jessica Jones (Series Premiere)

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
ABRAM ESPAÇO para a Rainha da Marvel!

Jessica Jones é contratada para encontrar uma estudante da Universidade de Nova York que está desaparecida, mas suas investigações acabam se tornando mais do que um simples caso de pessoa desaparecida.
Essa é a sinopse do episódio inicial de Marvel's Jessica Jones. Numa primeira lida é possível crer que estamos lidando com mais uma série com teor investigativo, seguindo uma detetive descompensada, se não fosse pelo elemento produzida pela Netflix e Marvel. Eu não era a única com expectativas altas por trás desse seriado, ainda mais depois do sucesso de Daredevil. Daredevil está no meu top 03 de super heróis favoritos e acredite eu temi MUITO que a sua série fosse ser um outro fiasco como aquele filme esquecível. E adivinhe? Eu arrisquei, assisti alguns episódios e fiquei hipnotizada. Fui surpreendida com uma das melhores séries do ano, quisá de muitos anos. Então imagine as minhas expectativas com Jessica Jones? Comecei a nutrir carinho por Jessica lendo os quadrinhos e não demorou para ela se tornar uma queridinha em meu coração.

                           
Abertura tocante com elementos marcantes do Universo de JJ.
O que eu poderia esperar da série, além de algo moldado para o sucesso? A Marvel e a Netflix iriam definitivamente produzir algo a altura de Daredevil, com um pouquinho mais de afeição, por ser a estreia de uma personagem desconhecida aos olhos públicos e por ser a primeira grande série com uma heroína como protagonista.

O piloto não perde tempo em apresentar Jessica com sua vida noturna em poucas palavras. Ela é uma detetive e seu trabalho é uma merda. Tacar homens violentos em negação por ter mulheres infiéis através do vidro de sua porta é algo muito corriqueiro para Jess (e uma cena IDÊNTICA a abertura do quadrinho Alias de Bendis). Normalmente seu trabalho é simples: buscar sinais de infidelidade, buscar pessoas desaparecidas, fotografar e investigar detalhes com ajuda da internet. Ela busca provas de uma esposa infiel, acabando por chegar até o seu amante e ter as provas para finalizar esse trabalho. Paralelamente ela trabalha de freela com a advogada de renome Jeryn Hogarth e não apenas trabalhou com ela em outros casos, como mostra ter uma pequena intimidade com a chefe temporária. Além do mais ela tem conhecimento dos peculiares dons de Jones e mostra não gostar que ela os use em seus serviços.

                                 
Adele me entenderia, sabe?
Jessica não consegue ter paz com sua consciência. Quando está envolvida num trabalho, ela precisa saber que ele foi concluído, não apenas para garantir seu pagamento, mas também uma tranquilidade a qual sua vida não tem mais por conta de seu Estresse Pós Traumático. O motivo dele? Não descobrimos num primeiro momento, mas sabemos que envolve um homem e sua presença purpura atormenta Jones que alivia suas frustrações com bebida, e mais tarde sexo. E QUE SEXO, MEUS CAROS AMIGOS! Eu tenho certo receio da audácia da produção mostrar um sexo num nível quase +18, por motivos de: Público infantil forte nas produções da Marvel + Publico infantil derivado de Daredevil + Americanos chaaaaatos, entretanto se você leu os quadrinhos de Jessica Jones (especialmente Alias) ou leu um pouco sobre quem ela é, sabe bem que sua história não é leve e romantizada. A garota é da pá'virada, meu ermão!

Bom, retornando ao episódio. Jessica tem o apartamento invadido pelo seu vizinho Malcom, aparentemente bêbado/sonambulo demais para não perceber que não está em sua casa e Jones é agraciada por um novo trabalho. O casal conseguiu o contato de Jones através da delegacia e ela aceita o caso sem muitas delongas: encontrar o paradeiro da universitária Hope.

                             
Você não está brincando, né? Seria um bom momento para uma piada.
Esse caso tinha tudo para ser como outro qualquer, e então a vida profissional de Jessica encontra diretamente com sua vida emocional deturpada e ela começa a temer pela própria vida, ao desconfiar que aquele caso não foi indicado, e sim armado especialmente para ela. Desesperada, Jessica opta por fugir do seu passado. Manda os pais de Hope irem embora o quanto antes, para escaparem da figura por trás de tal coisa, essa pessoa capaz de destruí-los sem possibilidade de remendos. Hong Kong é a sua escolha de escapatória, mas tudo conspira para ela não conseguir isso, então lhe resta apenas uma saída: Trish Walker.

Trish é uma radialista, com um status social razoável e amiga de Jessica. Pelo menos, era. O rápido dialogo entre elas mostra que a amizade sofreu uma ruptura e elas não conversam a quase seis meses, tempo que bate com o trauma sofrido por Jones. Elas acreditam que Kilgrave está morto, mas Jessica sabe que não e Walker não acredita. Trish tentou ajudá-la lhe pagando terapia, mas isso não foi o bastante para Jessica (mesmo que ela repita obsessivamente um endereço quando sofre um dos seus ataques memoriais traumáticos). Jessica precisa de dinheiro e Trish não lhe deixa na mão, mas declara que ela está fugindo e ela pode fazer melhor que isso.

Eu terminei o episódio assim: NO CHÃO.
 O final desse piloto não é apenas surpreendente, como também revela o caráter de Jessica e descobrimos que ela está certa sobre suas desconfianças e a pessoa por trás daquilo, agora lhe falta descobrir, como ele sobreviveu e por quê retornou para infernizá-la. A problemática? Ela não tem a menor ideia de como conseguir fazer isso, mas eu lhe garanto Jessica Jones irá encontrar uma maneira.

Como? Queridos, como eu, você terá que assistir a série para descobrir.

De longe, um dos melhores pilotos assistidos por mim, em anos e recomendo que como eu, você dê uma chance a série. A primeira temporada estreou hoje e se encontra completa (COMO EU AMO A NETFLIX!) através do Netflix.    

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RESENHA | Alias AKA Jessica Jones (1 - 9)

Por Bárbara Sobral •
quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Sou aficionada por quadrinhos a muito tempo e graças a vibe atual de Super Heróis (e uma coisa chamada Google), estou conseguindo construir a minha coleção de Comic Books (tenho quase todos do Daredevil e quase completando o do Hawkeye) e conhecer novos personagens tanto da DC quanto da Marvel (Canário Negro? Kate Bishop? Cassie Lang? Felicia Hardy?) aos quais não tiveram a chance de chegar ao mercado brasileiro através de alguma editora na minha adolescência ou escaparam dos meus olhos por puro desinteresse de uma jovem Barbara. Jessica Jones foi um desses heróis.

Eu a conheci graças ao anuncio da série produzida pela Netflix e antes dela ser lançada, o que vai acontecer nessa semana, resolvi ler seus quadrinhos para conhecer o seu universo, antes de assistir a adaptação dos roteiristas da série. Adivinhe minha felicidade ao descobrir que ela foi criada por ninguém menos que Brian Michael Bendis, apenas um dos meus escritores favoritos (por favor, o que ele fez com Daredevil foi SENSACIONAL. Amo você, Miller, mas Bendis tem a minha devoção).

Jessica Jones é tudo que a Marvel nunca tentou antes e Bendis surpreendeu o mercado ao desenvolver essa personagem com ares independente, numa editora como a Marvel Comics. Após desenvolver um dos melhores arcos no Universo do Homem Aranha e Daredevil, e ainda escrever uma minissérie sobre a Elektra, com apoio de Chuck Austen (o qual ainda preciso ler), ele recebeu o sinal verde para desenvolver um outro trabalho. Inicialmente, ele iria trabalhar com uma história pré-existente de Jessica Drew, a Mulher Aranha, mas acabou desenvolvendo uma personagem zerada e assim nasceu Jessica Jones. E adivinha? Sua personagem não apenas lhe rendeu um enorme sucesso, como a Marvel criou um selo exclusivo para histórias de natureza violeta, realista e explicita, como os de Jessica Jones, o selo Marvel Max.


Quem é Jessica Jones?

Uma super heroína, ex integrante dos Vingadores que abandonou seu uniforme, num primeiro momento não explicado e abriu a sua agência de investigação chamada Alias e ali, ela resolve dos casos mais incríveis, aos mais inacreditavelmente corriqueiros. Esse é o seu ganha pão e Jessica utiliza de suas habilidades especiais para fazer o seu trabalho. Não há honra, não há heroísmo, muito menos aquele velho discurso de: essa é a minha cidade e eu sou a unica que posso sobreviver. O lema de Jessica é: eu preciso de dinheiro para pagar meu aluguel e o meu uísque, agora saia da minha frente.

Ela é mal humorada, grosseiro, estupida e depressiva. Jessica se afunda dia após dia em bebidas. Ela é solitária. Ela não gosta de seus poderes. Ela não suporta o mundo. Ela é uma alma perdida tentando encontrar um proposito ao meio do caos. Ela pode ser corajosa, mas não existe honra em seus atos. Ela faz o que precisa fazer, e quando ela chega no seu limite, ela é capaz de ser impulsiva ao ponto de ferir os sentimentos de terceiros. Alias é um quadrinho arriscado, pesado e violento. Bendis não criou uma personagem com a intenção de conquistar o leitor com os seus pensamentos e personalidade, ela pouco se importa se é legal. Jessica não existe no universo dos Vingadores até 2001, mas Bendis a encaixa no universo deles sem causar danos a linearidade e ainda consegue desenvolver uma amizade entre ela, Carol Danvers, Scott Lang e Peter Parker.

Sabe o que os bons escritores de fanfiction fazem, eles pegam um personagem (ou vários deles), desenvolvem uma história original (ou trabalham com uma existente naquele universo) e encaixam o seu personagem original naquele mundo de uma forma que consegue fazer o leitor acreditar que aquele personagem sempre existiu naquela história. Li poucas fanfictions que conseguiram me passar essa sensação, mas elas existem por aí e Bendis me fez sentir assim ao ler Alias, me fez sentir lendo uma espécie de história sonhada paralelamente na mente de um eterno fã dos Vingadores.

Bom, voltando aos arcos (ou seja, enredos) apresentados entre os quadrinhos 01 a 09. Temos aqui dois arcos de quatro números e duas OneShots de rápida leitura, interessantes, diferentes do que estou acostumada a ler no Universo das HQ e impactantes. Eu me peguei comovida por Jessica em vários momentos da HQ, principalmente no seu aspecto solitário e auto destrutivo. Eu li os primeiros nove  números dessa série e conheci Jessica na sua natureza mais rústica, violenta e desprezível. Bendis não desenvolve sua origem, o que é algo naturalmente lido em outros quadrinhos. Ele simplesmente nos apresenta a Jessica dos seus dias atuais e aos poucos vamos desvendando em suas duras e frias camadas o que lhe atormenta. Jessica transita de Manhattan a Hell's Kitchen e o mundo em seu entorno é vazio, solitário e soturno.

O primeiro arco é onde Jessica é apresentada ao público, como uma detetive solitária, mal humorada e cansada, ela é contratada para encontrar o paradeiro de uma mulher e o que antes parecia apenas um sumiço ou mal entendido, acaba tornando-se que existe algo de podre por trás daquele trabalho. Sua paranoia a leva desconfiar que ela é o alvo de alguém desconhecido e ela tem apenas duas opções: ou ignora aquele caso ou aprofundar-se nele e descobrir o que está acontecendo. Nesse arco conhecemos Luke Cage, uma das poucas pessoas na vida de Jessica. Cage mostra em poucas palavras ter carinho e respeito por Jones, e por mais que ela demonstre ter afeto por ele, ela acaba seduzindo-o a passar a noite com ela, em busca de uma noite de sexo selvagem com a única intenção de sentir algo. Esse arco é resolvido através da lógica e raciocínio de nossa detetive. Sem grandes lutas e planos mirabolantes, Jessica desvenda o mistério por trás daquele trabalho tão sombrio quanto o mundo sem cor de Jones.


O arco seguinte é dedicado exclusivamente a amizade entre Jessica e Carol Danvers (a famosa Ms ou Capitã Marvel). Carol é uma das poucas amigas remanescentes da era em que Jessica era uma heroína e era parte dos Vingadores com o codinome Jewel (ou Safira, em português). Ela deixou os Vingadores alegando não pertencer àquele mundo e em uma breve conversa anterior com um Steve Rogers que desconhece totalmente Jessica, apenas lembrando brevemente de sua alter ego, é notado que existem muitos outros motivos por trás do distanciamento de Jones do universo grandioso dos Vingadores.

Após esse rápido arco chegamos aos meus números favoritos, até então, onde conhecemos Rick Jones e sua história de eterno sidekick. Rick desaparece e preocupada com o que pode ter acontecido com ele, devido ao seu passado turbulento, a Sra. Jones busca Jessica para ajudá-la a encontrá-lo e ainda sugere que ela e Rick possam ser parentes. Com isso, Jessica entra em contato com sua mãe e não precisa de muito para ficar claro que a relação com sua mãe é horrível e descobre não existir nenhum indicio do tal Rick ser seu parente. Jessica busca compreender o desajustado Rick Jones através de sua autobiografia e da algum dos seus conhecidos, e com isso acabamos por conhecer Jessica. Através da desconstrução de um personagem assistimos o crescimento de nossa protagonista. Bendis consegue não apenas nos apresentar quem foi e é Rick através de sua autobiografia, como nos conta algumas histórias de outros personagens do Universo Marvel aos quais se encontram costurados ao universo de Rick.

E por fim, após esse arco temos uma OneShot onde Jessica é contratada por J. Jonah Jameson, editor do Clarim Diário para descobrir a identidade secreta do Homem Aranha. De todas, esse é um arco sem grandes revelações com pouco desenvolvimento, o que acaba nos apresentando pouco de Jessica, mas destacando os seus feitos, através dos diálogos de J.J Jameson e Ben Urich (ele mesmo, o jornalista aliado de Daredevil). A postura por trás desse trabalho nos mostra uma Jessica justa e debochada que pouco se importa com as ameaças de J.J.J. É divertido assistir o que Jessica faz nesse arco e como manipula J.J.J num jogo onde ela e sem saber, o Homem Aranha saem como vencedores. Como mencionei Ben, acho legal comentar que Matt Murdock aparece no primeiro arco. A mando de Luke Cage, ele defende Jessica de uma acusação falsa e cuida de seu caso. Nessa OneShot ele é novamente mencionado por J.J.J e Ben, como sendo o defensor do Homem Aranha e o provável Daredevil, o que nos mostra que Bendis aproveitou as suas próprias histórias, o que honestamente foi algo muito apreciado por mim.


Não me ative muito a questão da ilustração durante a resenha, pois não tenho muito embasamento quanto à esse assunto, então deixarei aqui a minha opinião cegamente pessoal. Um dos motivos para eu ser atraída ao universo de Jones, além da série, foi o fato de ser um Universo criado por Bendis e a ilustração de Gaydos. Ele desenhou Redenção de Daredevil (não é um dos meus arcos favoritos, but...) e WOW, mates. Que trabalho impecável! Eu acho o trabalho de Michael Gaydos um dos mais bem feitos, sensíveis e belos do mercado dos quadrinhos. E ele não decepciona em Alias. O seu jogo de cores demarca a solidão e depressão de Jessica Jones (Aqui um ótimo trabalho de Matt Hollingworth). Os seus traços ora imprecisos, ora tão reais que você acredita poder tocar com seus dedos mostra como Jones enxerga o seu mundo, ora em tons crus, ora em tons arroxeados. Não existe perfeição num mundo real e cruel demais. Jessica não é uma mulher atraente, se quer bonita. No universo dos quadrinhos onde temos Felicia Hardy, Natasha Romanof e Elektra Natchos esbanjando em seus arcos curvas irreais, poses sedutoras, cabelos sedosos, sorrisos diabólicos e sempre exageradamente sensuais com suas vestimentas diárias e de heroínas/vilãs, Jessica é uma mulher em um milhão. Ela é meramente comum. Não existem seios fartos, coxas grossas, cabelos enormes e brilhosos, corpo delineado voluptuosamente e roupas sensuais reveladoras, ela é apenas uma mulher como outra qualquer usando jeans surrado e moletom. Bendis não criou um modelo a ser apreciada, desejada e honrada, ela criou uma humana para ser questionada, adorada e emponderada.

Alias AKA Jessica Jones é uma HQ essencial a todos os apreciadores de uma história envolvente regada com suspense, mistério, humanidade e uma protagonista atípica que tem como única missão conseguir o dinheiro do aluguel para o fim do mês e acaba em poucas páginas arrebatando o coração do leitor.

 

Não esqueça!
No dia 20 de novembro o Netflix irá estrear a primeira temporada na integra de Jessica Jones.
E aí, o que você espera da nova heroína de Hell's Kitchen?
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MASTERPOST | It's Halloween, Little Zé | O que assistir no Dia das Bruxas?

Por Bárbara Sobral •
sábado, 31 de outubro de 2015

FELIZ DIA DAS BRUXAS! o/

Para alguns Halloween é coisa de americano tentando contaminar a mente dos brasileiros e deveria ser expurgado da nossa cultura, para outros é o dia de Samhain, um dos festivais mais importantes na cultura Wicca, e é claro para uma parcela a qual eu pertenço é um ótimo dia para MARATONAS de série e filmes!

Se você não vai em nenhuma festinha com a sua melhor fantasia em homenagem a esse dia, cada como assistir os melhores filmes e séries de terror empoleirado em sua cama comendo muita pipoca e chocolate para entrar no clima de uma das festas mais esperadas do ano pelo público apaixonado pelo Universo do terror e mistério. E pensando em você, mate, eu fiz um MASTERPOST, beeem nerd, beem clássico e beeeem assustador com os melhores filmes e séries (na minha humilde opinião ♪) aos quais você, my mate deveria perder algumas horas do seu dia para assistir com toda certeza nesse Dia das Bruxas.


                               

É claro que vou começar essa lista falando de uma das minhas séries favoritas de todos tempos. SUPERNATURAL. São 11 anos de história de terror, lendas urbanas e muito mistério sendo narradas pelos irmãos Winchesters e seus amigos. Entre altos e baixos as temporadas de Supernatural apresentam uma variedade rica de criaturas e lendas, como vampiros, Ghouls, fantasmas, Wendigos, bruxas e demônios, muitos demônios. A meu ver Supernatural alcançou um patamar particular entre as séries, como Star Trek e Doctor Who, onde seu Universo particular pode ser explorado por anos a fios e em diferentes mídias, como séries, filmes, livros, jogos e audiobooks. e definitivamente, se algum dia a série vir a terminar, pode retornar numa nova fase décadas mais tarde renovada por um novo time de roteiristas e a tecnologia de seu tempo. Você pode acompanhar Supernatural no canal a cabo Warner Channel.

Desde que era pequeno, Sam Winchester (Jared Padalecki) tentava escapar do próprio passsado. Após a misteriosa morte de Mary (Samantha Smith), o pai de Sam passou a procurar vingança contra as forças do mal que mataram a esposa, destruindo qualquer ser maligno que cruze o seu caminho. Ao contrário de Sam, Dean (Jensen Ackles), irmão mais velho, sempre quis seguir os passos do pai. Sam está determinado a se livrar do "negócio da família", mas sua vida está prestes a tomar os rumos que ele não desejava, quando ele fica sem escolhas a não ser unir-se ao irmão.



                              

Scream, a série baseada na quadrilogia de sucesso de mesmo nome retornar pela emissora americana MTV contando um novo capítulo na história de um novo Serial Killers com novos propósitos, mas o mesmo desejo de sangue do personagem original. Você pode assistir Scream no Netflix.

Depois de um incidente de cyber-bullying resultar em um assassinato brutal, a violência reacende a memória de uma série de assassinatos que ocorreram no passado em Lakewood, que intrigaram alguns e talvez tenham inspirado um novo serial killer. Um grupo de adolescentes, com dois velhos amigos tentando se reconectarem, se tornam amantes, inimigos, suspeitos, alvos e vítimas de um assassino que está à procura de sangue.
                                        

Hellraiser (1987) me lembra saudosamente a minha adolescência. Por quê? Ele foi um dos primeiros filmes de terror ao qual assisti sozinha (se não o primeiro) com os meus 11, 12 anos e definitivamente isso é algo a ser lembrado com carinho (ou horror). De longe, Hellraiser é uma das séries de terror a qual tenho mais apreciação no universo sombrio dos filmes e a Editora Darkside lançou recentemente o livro da série e eu preciso dizer: Que trabalho fantástico da editora! Não vejo a hora de poder adquirir, ler e fazer uma resenha digna a essa história.

Frank Cotton (Sean Chapman) é um conhecedor da depravação sexual, que busca a mais nova experiência sensual e compra um belo e intrincado cubo de quebra-cabeças. Só que Frank tem uma experiência atra com o cubo ao resolver o enigma e abrir as portas do Inferno e do Céu, o que provoca sua morte. Após vários anos seu irmão Larry (Andrew Robinson), que ignora o que aconteceu com Frank, decide voltar para a casa da família, que estava fechada há dez anos. Larry se muda juntamente com sua segunda esposa, Julia (Clare Higgins), mas sua filha, Kirsty (Ashley Laurence), optou por morar sozinha. Um acidente faz o sangue de Larry cair no chão do sótão, fazendo com que ocorra a ressurreição de Frank. Porém o corpo dele está só meio composto, assim ele procura a ajuda de Julia, com quem tivera um tórrido envolvimento, para ter novamente a forma humana. Ainda secretamente apaixonada por Frank, Julia o ajuda seduzindo homens da cidade e levando-os até a casa, pois assim seu renascido amante pode beber o sangue deles para recuperar seu aspecto humano. Tentando melhorar sua relação com Julia, Kirsty, que nunca se sentiu a vontade com a madrasta, vai até a casa para conversar com ela. Quando está chegando vê Julia com um desconhecido, que na verdade é a próxima vítima e não o que Kirsty pensa. Ao entrar na casa, Kirsty fica diante do estranho que está coberto de sangue, e pede por socorro. Aterrorizada, ela se depara com o ainda incompleto Frank, que se identifica e tenta dominá-la. Apavorada, Kirsty pega por acaso o cubo e sente que ele é importante para Frank, então o atira pela janela, o que deixa Frank em pânico. Ao fugir, ela resgata o cubo e anda pelas ruas desnorteada, pois está dominada por um medo que nunca sentiu. 

                                      

Quem diria que eu estaria aqui recomendando American Horror Story. Vou explicar o porquê: a série decaiu miseravelmente depois da Segunda Temporada chamada Asylum e veio com as terríveis temporadas Coven (por quê vocês deram tal vergonhada ao mundo das bruxas?) e Freak Show (realmente foi Freak), mas olha só: American Horror Story retornou com a nova temporada recentemente tendo como plano de fundo um Hotel onde vivem Succubus, Ghouls e fantasminhas nada camaradas e os velhos tempos de Murder House estão retornando a série. Você pode assistir as primeiras três temporadas de American Horror Story na Netflix!

O detetive e homem de família, John Lowe, investiga uma série de terríveis assassinatos em Los Angeles. Uma dica misteriosa o leva ao enigmático Hotel Cortez.
                                           


Hocus Pocus é uma ótima pedida para a criançada. Conhecido aqui no Brasil como 'Abracadabra' (1993) esse foi um dos filmes de bruxas ao qual me introduziu ao mundo dos Halloween quando eu tinha os meus seis, sete anos. Não apenas morro de rir com as peripécias das irmãs Sanderson, como a produção é muito fiel a história de Salem. Você pode assistir Abracadabra na Netflix!

Winnie (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy) são três bruxas do século XVII, que chegam ao século XX após seus espíritos serem evocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém precisarão enfrentar três crianças e um gato falante, que podem atrapalhar seus planos.


Esse é para o pessoal das antigas. Buffy, a caça vampiros (1997) é definitivamente uma das melhores criações de Josh Whedon, curiosamente como Supernatural é uma produção a qual pode se adaptar facilmente a qualquer geração com um novo formato ou, por quê não, uma maratona das antigas pelo viciado em séries. Suas Sete temporadas podem assustar, mas Buffy tem conteúdo, ótimos episódios, um roteiro por vezes a frente de seu tempo e um elenco sensacional. Definitivamente vale a sua atenção. Você pode assistir Buffy na Netflix!

Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), uma adolescente de 15 anos, descobre logo cedo que não é uma garota comum. Ela é uma Caça-Vampiros, uma das escolhidas para lutar contra o mal e proteger o mundo de monstros. Com os amigos Willow (Alyson Hannigan) e Xander (Nicholas Brendon), e seu Guardião Giles (Anthony Head), ela vai enfrentar os perigos dos vampiros e demônios enquanto tenta sobreviver ao Ensino Médio. 



Esse é para o pessoal que ama um clássico. Se você é um amante dos clássicos e não assistiu a essa peculiaridade do cinema americano, você não tem ideia do que está perdendo. Psycho (1960) é uma experiência misteriosa e soturna. Você pode se assustar a qualquer instante ou simplesmente encontrar-se tão atônito com todas as possibilidades que ao terminar o filme você se encontrará sem palavras. Se você não for do tipo apreciador dos clássicos, pode assistir a versão atualizada do clássico 'Bates Motel' transmitida pelo canal A&E nos Estados Unidos e exibido pela canal a cabo Universal Channel. Você pode assistir ao filme no Netflix.

Marion Crane é uma secretária (Janet Leigh) que rouba 40 mil dólares da imobiliária onde trabalha para se casar e começar uma nova vida. Durante a fuga à carro, ela enfrenta uma forte tempestade, erra o caminho e chega em um velho hotel. O estabelecimento é administrado por um sujeito atencioso chamado Norman Bates (Anthony Perkins), que nutre um forte respeito e temor por sua mãe. Marion decide passar a noite no local, sem saber o perigo que a cerca.

                           

Hannibal e Z Nation são produções recentes dos canais americanos NBC e SyFy, respectivamente. Hannibal tinha tudo para ter uma vida longa, enquanto Z Nation podia ter sido cancelada nos seus primeiros episódios facilmente. O mundo é engraçado, quem poderia prever: a primeira foi cancelada, injustamente pelo seu canal, Z Nation vai suportando duramente um percurso dominado por fãs de The Walking Dead e alguns descrentes do bom e velho terror trash. Enquanto Hannibal tinha a expectativa de tocar um público maduro, conhecedor dos romances de Thomas Harris e apreciador de uma produção moderna, Z Nation busca agradar a tudo e a todos com seu humor escrachado, comparações inusitadas e surpreenda-se: um roteiro plausível mesmo ao meio do caos.
Um Serial Killer ou Zumbis descontrolados num mundo apocalíptico? A escola é sua. Você pode assistir as duas primeiras temporadas de Hannibal no Netflix e também a primeira temporada de Z Nation por lá.

Will Graham é um investigador do FBI que tem o talento de se inserir nas cenas dos crimes e visualizar exatamente o que aconteceu. Tal capacidade ajuda a solucionar muitos casos, mas também exige muito dele, obrigando-o a consultar o psiquiatra Hannibal Lecter. Mal sabe Graham, que o dr. Lecter não é um psiquiatra comum.Em Z Nation vemos a ambientação de três anos após um Apocalipse Zumbi ter destruído o país, um grupo de "heróis do dia-a-dia" deve transportar o único sobrevivente de Nova York para a Califórnia, onde ainda existe um laboratório viral esperando pelo sangue do sobrevivente. Apesar de os anti-corpos que ele carrega serem os últimos do mundo, e a melhor esperança para uma vacina, ele esconde um segredo que ameaça a todos. Com a sobrevivência da raça humana posta à prova, uma jornada pela sobrevivência se inicia.



                                                   
E por fim, não menos importante a estréia desse mês de outubro nos cinemas brasileiros é o filme Goosebumps estrelando Jack Black e as melhores histórias do autor R.L Stine. Se você é da Geração dos Anos 90 deve se lembrar da série televisiva e livros 'Rua do Medo' de R.L Stine, apenas uma das empreitadas do terror para os jovens. Eu não sei para vocês, mas madrugada de sábado para mim só ficava completa quando eu assistia a um episódio de 'Rua do Medo' e Goosebumps era a minha diversão literária e mais tarde, como série também quando a finada Jetix lançou suas temporadas. Agora a atual geração está tendo a chance de reviver tal experiência e conhecer o mundo fantástico de R.L Stine. A crítica tem sido ótima sobre o filme e eu recomendo com toda certeza. E se você quiser tentar, te desafio a assistir a serie no Netflix!

O jovem Zach Cooper (Dylan Minnette) se muda de Nova York para uma cidade pequena dos Estados Unidos, para onde a mãe é transferida. Lá, eles passam a morar na casa ao lado da de Hannah (Odeya Rush) – por quem o adolescente se apaixona – e o pai, o ranzinza R. L. Stine (Jack Black). Depois de escutar gritos vindo da propriedade ao lado, Zach invade a residência com a ajuda do medroso colega (Ryan Lee) e acaba, acidentalmente, abrindo um dos livros e, consequentemente, dando início à libertação de todos os monstros criados por Stine. Juntos, eles terão que mandar as criaturas de volta para as prateleiras.

É isso aí, mates.
Espero que tenham curtido esse Masterpost.
Escolham o seu filme e sua série.
Vistam a sua melhor fantasia.
E, HAPPY HALLOWEEN!

                              




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