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CRÍTICA | DC's Legends of Tomorrow (Series Premiere) (Season 01)

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016


Vamos lá. Não suporto Arrow, para mim é uma das produções mais fracas de super herói atualmente. The Flash não consegui sair do piloto. E Legend's? É muito bom. Talvez eu esteja com bom humor ou sendo boazinha, mas eu gostei - e muito. 




O elenco é surpreendentemente bom, os personagens  foram introduzidos nos episódios de suas séries colegas, mas aqui foram reapresentadas para o novo público. Infelizmente, eu senti uns errinhos no roteiro, ainda mais por ter dado um pouquinho de foco a mais para Hawkgirl e seu arco, mas quem sou eu para reclamar... Eu amo essa heroína! Isso do roteiro pode vir a ser um problema futuramente, então vou torcer para que seja apenas um erro de edição ou talvez só algo de uma vez ou outra. 


Sobre o arco: Não dá para dizer muito, apenas que Savage será o vilão principal e talvez cada episódio será focado num vilão e época diferente, até que eles consigam alcançar o vilão-foco. Uma pegada Doctor Who que pode ser muito bem aproveitada.



Sobre os personagens, foi fácil se afeiçoar por eles. São diferentes, espontâneos e marcantes. Cada um tem uma missão e um passado, cada um tem um motivo para estar ali. Heróis, pessoas buscando redenções, criminosos... Uma boa mistura! Shippar não é crime, viu? Casal Hawk já está no meu coração! Eu quero Sara com o Cold, porquê eu senti algo ali e eu não estou doida! E por ora, é isso...


Se Os Vingadores eram uma bomba relógio, como podemos classificar as Lendas do Amanhã?
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CRÍTICA | 1x01 - AKA Ladies Night - Marvel's Jessica Jones (Series Premiere)

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
ABRAM ESPAÇO para a Rainha da Marvel!

Jessica Jones é contratada para encontrar uma estudante da Universidade de Nova York que está desaparecida, mas suas investigações acabam se tornando mais do que um simples caso de pessoa desaparecida.
Essa é a sinopse do episódio inicial de Marvel's Jessica Jones. Numa primeira lida é possível crer que estamos lidando com mais uma série com teor investigativo, seguindo uma detetive descompensada, se não fosse pelo elemento produzida pela Netflix e Marvel. Eu não era a única com expectativas altas por trás desse seriado, ainda mais depois do sucesso de Daredevil. Daredevil está no meu top 03 de super heróis favoritos e acredite eu temi MUITO que a sua série fosse ser um outro fiasco como aquele filme esquecível. E adivinhe? Eu arrisquei, assisti alguns episódios e fiquei hipnotizada. Fui surpreendida com uma das melhores séries do ano, quisá de muitos anos. Então imagine as minhas expectativas com Jessica Jones? Comecei a nutrir carinho por Jessica lendo os quadrinhos e não demorou para ela se tornar uma queridinha em meu coração.

                           
Abertura tocante com elementos marcantes do Universo de JJ.
O que eu poderia esperar da série, além de algo moldado para o sucesso? A Marvel e a Netflix iriam definitivamente produzir algo a altura de Daredevil, com um pouquinho mais de afeição, por ser a estreia de uma personagem desconhecida aos olhos públicos e por ser a primeira grande série com uma heroína como protagonista.

O piloto não perde tempo em apresentar Jessica com sua vida noturna em poucas palavras. Ela é uma detetive e seu trabalho é uma merda. Tacar homens violentos em negação por ter mulheres infiéis através do vidro de sua porta é algo muito corriqueiro para Jess (e uma cena IDÊNTICA a abertura do quadrinho Alias de Bendis). Normalmente seu trabalho é simples: buscar sinais de infidelidade, buscar pessoas desaparecidas, fotografar e investigar detalhes com ajuda da internet. Ela busca provas de uma esposa infiel, acabando por chegar até o seu amante e ter as provas para finalizar esse trabalho. Paralelamente ela trabalha de freela com a advogada de renome Jeryn Hogarth e não apenas trabalhou com ela em outros casos, como mostra ter uma pequena intimidade com a chefe temporária. Além do mais ela tem conhecimento dos peculiares dons de Jones e mostra não gostar que ela os use em seus serviços.

                                 
Adele me entenderia, sabe?
Jessica não consegue ter paz com sua consciência. Quando está envolvida num trabalho, ela precisa saber que ele foi concluído, não apenas para garantir seu pagamento, mas também uma tranquilidade a qual sua vida não tem mais por conta de seu Estresse Pós Traumático. O motivo dele? Não descobrimos num primeiro momento, mas sabemos que envolve um homem e sua presença purpura atormenta Jones que alivia suas frustrações com bebida, e mais tarde sexo. E QUE SEXO, MEUS CAROS AMIGOS! Eu tenho certo receio da audácia da produção mostrar um sexo num nível quase +18, por motivos de: Público infantil forte nas produções da Marvel + Publico infantil derivado de Daredevil + Americanos chaaaaatos, entretanto se você leu os quadrinhos de Jessica Jones (especialmente Alias) ou leu um pouco sobre quem ela é, sabe bem que sua história não é leve e romantizada. A garota é da pá'virada, meu ermão!

Bom, retornando ao episódio. Jessica tem o apartamento invadido pelo seu vizinho Malcom, aparentemente bêbado/sonambulo demais para não perceber que não está em sua casa e Jones é agraciada por um novo trabalho. O casal conseguiu o contato de Jones através da delegacia e ela aceita o caso sem muitas delongas: encontrar o paradeiro da universitária Hope.

                             
Você não está brincando, né? Seria um bom momento para uma piada.
Esse caso tinha tudo para ser como outro qualquer, e então a vida profissional de Jessica encontra diretamente com sua vida emocional deturpada e ela começa a temer pela própria vida, ao desconfiar que aquele caso não foi indicado, e sim armado especialmente para ela. Desesperada, Jessica opta por fugir do seu passado. Manda os pais de Hope irem embora o quanto antes, para escaparem da figura por trás de tal coisa, essa pessoa capaz de destruí-los sem possibilidade de remendos. Hong Kong é a sua escolha de escapatória, mas tudo conspira para ela não conseguir isso, então lhe resta apenas uma saída: Trish Walker.

Trish é uma radialista, com um status social razoável e amiga de Jessica. Pelo menos, era. O rápido dialogo entre elas mostra que a amizade sofreu uma ruptura e elas não conversam a quase seis meses, tempo que bate com o trauma sofrido por Jones. Elas acreditam que Kilgrave está morto, mas Jessica sabe que não e Walker não acredita. Trish tentou ajudá-la lhe pagando terapia, mas isso não foi o bastante para Jessica (mesmo que ela repita obsessivamente um endereço quando sofre um dos seus ataques memoriais traumáticos). Jessica precisa de dinheiro e Trish não lhe deixa na mão, mas declara que ela está fugindo e ela pode fazer melhor que isso.

Eu terminei o episódio assim: NO CHÃO.
 O final desse piloto não é apenas surpreendente, como também revela o caráter de Jessica e descobrimos que ela está certa sobre suas desconfianças e a pessoa por trás daquilo, agora lhe falta descobrir, como ele sobreviveu e por quê retornou para infernizá-la. A problemática? Ela não tem a menor ideia de como conseguir fazer isso, mas eu lhe garanto Jessica Jones irá encontrar uma maneira.

Como? Queridos, como eu, você terá que assistir a série para descobrir.

De longe, um dos melhores pilotos assistidos por mim, em anos e recomendo que como eu, você dê uma chance a série. A primeira temporada estreou hoje e se encontra completa (COMO EU AMO A NETFLIX!) através do Netflix.    

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CRÍTICA | 2x01 • It Is Not, nor It Cannot Come to Good - The Royals (Series Premiere)

Por Bárbara Sobral •
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
I see a little bitch over there.

The Royals ou o retorno daqueles que nunca foram. Por que? The Royals estreou em meados de Março e devido ao seu sucesso enorme foi renovada imediatamente a uma Segunda Temporada completa ainda nesse ano. Lembro que fiquei admirada com a rápida renovação, a série era boa, mas a esse ponto? Hmmm, a Season Finale me provou que não. The Royals tem tudo que uma série contemporânea precisa para brilhar: um bom elenco, um enredo interessante, um cenário incrível, uma produção impecável, mas peca em coisas as quais deveriam ser excelência, como roteiro. The Royals é um guilty pleasure dos bons, pois mesmo quando erra, consegue distrair o seu telespectador e distraí-lo, o que deve ser um dos principais propósitos numa série.  

Se você não conhece a série, leia esse meu post com um resumo sobre a série e a sua estréia pelo canal americano E! http://www.segredosentreamigas.com.br/2015/03/na-telinha-25-royals.html 

Em It Is Not, nor It Cannot Come to Good tivemos um pouquinho de tudo: um pouquinho de respostas, um pouquinho de tretas, um pouquinho de vingança e um pouquinho de promessas e a Season Premiere conseguiu ser bem maisoumenos como a Season Finale da sua temporada antecessora.
Pareço legal, mas eu quero me vingar.
                       
Começamos o episódio com uma agitada e competitiva partida de Polo, onde Liam joga. A Rainha Helena, o Rei Cyrus e a princesa Len assistem a partida. Com pequenos flashbacks temos um vislumbre dos últimos tempos na pele dos nossos personagens. Helena posa como a viúva perfeita, Cyrus tenta comprar o amor de seus súditos e Len continua sendo a bitch a qual todos adoram. Desregrada e perdida, Len não encontra dificuldades em se jogar em festas, drogas e sexo casual, claramente em busca de sentir alguma coisa, além da dor do luto. Enquanto isso, Liam Thorne (Oi?) busca vingança pela morte de seu pai, como também descobrir os mistérios cercando a si e sua família. É. No meio desse tempo, um rápido interesse amoroso lhe surge, nada muito explorado, pois o fantasma Ophelia lhe persegue. Deus ouviu minhas preces e a Ophelia, a chuchu foi para Nova York e não tem atendido as ligações de Liam, nem de seu pai. Estranho? Atípico? Preocupante? Caguei. Não gosto da Ophelia, para mim ela era um dos atrasos da série e honestamente, se ela sumir ou tornar-se um mistério para a história, acabando por aparecer eventualmente morta eu vou ficar beeeem feliz. 

Falando em fantasma... Ted não está passando pelos seus melhores momentos sem ter a filha por perto. Eu, como velha amiguinha de Mark Schwahn saquei logo de cara o que estava acontecendo entre Ted e a mulher misteriosa, e de novo me vi cagando e andando para aquela cena sem um motivo aparente para existir agora. Entretanto, e se isso for um indicio para o futuro de Ophelia? Nunca se esqueça: The Royals é baseado na história de Hamlet e no livro Falling for Hamlet de Michelle Ryan. O destino de Ophelia pode estar definido e nem se quer nos damos conta disso.
JasperGrey is back!
Jasper voltou. E é isso aí. Depois de uma temporada inteira sendo o Senhor Grey a.k.a Boy Toy de Len, obcecado em protegê-la e controlá-la, ele retornou com o mesmo proposito. Querendo proteger a sua 'amada' dela mesma, seguindo ela por todos os continentes e interessado em retomar sua posição de guarda. Além disso, descobrimos nesse inicio de temporada que Jasper e Liam não apenas se tornaram amiguinhos, como firmaram uma aliança para descobrir os podres por trás de sua família, e é claro proteger a indefesa (#SQN) Len. Ela também tomou uma postura interessante. Cyrus propõe algo aos sobrinhos e Liam é imediatamente contra, por conta de seu orgulho, mas Len surpreende ao aceitar a proposta e mostrar ao irmão que tem os seus próprios planos. Se isso foi uma boa? Não sei, eu teria gostado se tivesse seguido por outro caminho. 

                        

                               
O retorno de The Royals seguiu a estabilidade dos seus episódios anteriores: Cyrus cresce como um antagonista canastrão, buscando o respeito de seus súditos e humilhar quem ele acha estar abaixo de si, Len ainda é a melhor personagem da série, mesmo cada vez mais perdida por sua máscara e Helena é uma rainha fria buscando trilhar um caminho solo por trás das costas de Cyrus, o que claramente vai dar em treta. Nos acertos, tivemos o crescimento considerável de Liam, mostrando que sem um interesse romântico ele é, curiosamente interessante, o retorno de uma ótimo personagem pode esquentar a vida de Len e nada de Ophelia é bem acalentador. Sem grandes respostas e dando continuidade ao que foi deixado em aberto na Season Finale, as maiores surpresas guardadas para os últimos segundos do episódio (Adivinha quem is BACK? Definitivamente uma das coisas que mais amei nesse episódio). The Royals se estabiliza como um ótimo guilty pleasure, mas isso não quer dizer que não deixa um gosto acido na boca de que a série poderia ser muito melhor, com um pouquinho mais de dedicação, mas algumas coisas não são para ser...
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CRÍTICA | The Walking Dead (Season 05) • 5x01 - No Sanctuary (Series Premiere)

Por Bárbara Sobral •
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Santuário é o caramba, meu nome é Ze Riquinho, o andarilho!

É disso que o meu povo gosta, mates!
TPB: Tiro, porrada e bomba!
Melhor Series Premiere EVER (preciso parar com isso!) da temporada 2014/2015 e de toda a saga 'The Walking Dead' - até o momento.
Estou até agora sem ar, sem estrutura, sem vida, sem nada!
Eu torcia para um bom episódio, pois estava sofrendo amargamente de saudades de uma das minhas séries favoritas de todos os tempos e fui agraciada com esse episódio que me deixou boquiaberta por todos os 43 minutos! Se você já viu o episódio dá H5 aqui

Com uma premissa básica, 'No Sanctuary' iria tratar dos desfechos do Season Finale. Rick e sua turma não teriam que lidar apenas com a galerinha do mal do Terminus, como teriam outros problemas da pesada.


Barbara durante todo o episódio.

O episódio começa com um paralelo entre o Depois e o Antes. Nesse primeiro olhar não sabemos muito, apenas que de alguma forma, em algum momento a turminha do mal trocou de lugar com a turminha do andarilho Rick. Rapidamente retornamos para a realidade nos deixada na Season Finale. Rick, um andarilho natural, não aceita de forma alguma que fiquem presos dentro daquele container. Preparados para lutar contra o que quer que esteja atrás, eles são surpreendidos com uma turminha da pesada muito mais espertinha que os das últimas 4 temporadas (juntas!) Com apenas 5 minutos de episódio eu estava gritando, chorando e pedindo que não terminassem. Foi uma das cenas mais torturante do universo 'The Walking Dead', o roteirista não satisfeito em apenas colocar Rick naquela situação me coloca Daryl, Glen e Bob. Os meus quatro personagens favoritos! Ofensivo é pouco, tá? Ah, vocês lembram do Sam? Não? Vão lembrar agora! #RIPSam
Nesses minutos também descobrimos o que diabos a Galerinha do Mal está planejando. Acredite se quiser, mas Hannibal Lecter teria nojo dos métodos dessa galerinha da pesada. Eu confesso que preferia lutar contra 5 hordas de Zumbis do que lidar com essa galerinha. Sério!

Entrelaçado com eventos fora do Terminus descobrimos que Carol, Tyresse e Little Ass Kicker está mais perto do que poderíamos imaginar. Perdidos, acabam encontrando um bocudo do Terminus, falando mais do que devia, para sorte do Rick e a sua turma, Carol, Tyresse e Little Ass Kicker descobrem que a Beatrix Kiddo das quebradas conhecida como Michone está presa com os outros no tal do Terminus e, seu fim não será dos mais felizes. Numa tentativa suicida, Carol decidi tomar uma atitude extrema: deixar Tyresse e a Little Ass Kicker com o bocudo aka refém e ir, sozinha, no melhor estilo machuda de respeito até o Terminus resolver os paranaue.

Carol is the new Clementine, Bitches!
Quem me conhece sabe que a minha paciência para a Carol é 0. Eu não só a detesto, como a considero uma desculpa de personagem. Sempre imaginei grandes coisas para ela, mas por incrível que pareça, os roteiristas sempre encontravam um modo de ferrar a personagem, seja a fazendo tomar atitudes incabíveis, seja por ela apenas ser uma estupida. Entretanto, quem é essa Carol apresentada nessa Series Premiere? Quando foi que ela se tornou a boladona dos paranaue? A situação pedia, por isso ela permitiu a impulsividade dela, pela primeira vez, cometer uma insanidade boa? Esse crescimento da personagem é mais do que esperado (e necessitado), após tudo que ela viveu desde a primeira temporada até os últimos momentos. Eu espero que os roteiristas não ferrem com a Carol novamente e, a deixem curtir esse momento Bad Ass que combinou tanto com a construção de sua personagem - e foi muito importante para o desenvolvimento do episódio.

Dividido em quatro blocos: Rick e os rapazes, Carol e os paranaue, Tyresse, baby e o bocudo e por fim, o resto da rapaziada preso no container, o episódio não nos permiti nenhum segundo para respirar. Como disse, Carol foi primordial para o desenrolar de todo o episódio, sem a sua ajuda, talvez Rick e a rapaziada não teria conseguido se desvencilhar do pessoal do mal. Depois disso, só foi tiro, porrada, bomba e zumbis, zumbis everywhere! Comendo, correndo, gritando, fazendo carão.
Tensão do inicio ao fim. Não consegui assistir esse episódio sem desgrudar os olhos da tela - e acreditar que um dos meus queridos iriam acabar indo dessa para o Nosso Lar. Os únicos, verdadeiramente protegidos, curiosamente, eram aqueles nos container. Protegidos dos zumbis e deles mesmo. Enquanto o mundo se acabava no Terminus, Tyresse batia um papo legal com o bocudo. Eu também me perguntei porquê ele não o matou logo? Tudo bem, lado humano e talz. Mas o carinha é um dos integrantes do grupinho do mal que está ferrando seus amigos, pelo menos ferrar a sua perna, ele deveria ter, mas, se ele tivesse feito isso, não poderíamos ter tido uma das melhores cenas de Tyresse, mostrando que o Hulk seria páreo duro contra ele. Mexeu com a Little Ass Kicker, mexeu com um fandom inteiro, meu querido! Tyresse apenas nos representou a altura!

Deixa eu sensualizar aqui ... ô! Pronto, meio mundo desmaiou! Trabalho feito!

Depois de colocar Terminus abaixo, Rick só tinha uma coisa em mente: Vamos voltar e acabar com cada um daqueles motherfucking, antes que eles voltem e façam isso conosco. Entendo a opinião da maioria, querer seguir em frente, pois conseguiram fugir daquele inferno. Maggie concordar com aquilo me deixou bem irritadinha. Ela não lembra o que aconteceu com o Governador? Rick ponderou quanto a ele e olha o que aconteceu na Prisão? Mortes, caos e separação de todo o grupo. Será que vale a pena cometer o mesmo erro por medo, insegurança e receio? Vale, senão não teremos temporada, meus queridos. Além do mais, a última cena do episódio deixou bem claro que é bom Rick, o andarilho e sua turma irem para o outro lado do planeta o mais rápido possível, porque né?

Agora vamos falar do ÚNICO momento - entre tantos - que vocês, fãs de 'The Walkind Dead' só sabem falar que é, solta a vinheta: os encontros mais esperados da televisão americana ♪


Vocês não param de falar desse momento! MEU JEOVÁ! Mas, eu concordo! Foi lindo ver o Daryl todo tenso com um perigo a espreita e da de cara com a Ms. Isqueiro Carol. PRESTEM ATENÇÃO NO MODO DESESPERADO QUE ELE CORRE! Sério! O grupo pode ser sua família, mas Carol sempre será a sua metade, aquela pessoa que incondicionalmente estará ligado.          


E para mim, um dos melhores momentos de toda a saga 'The Walking Dead'. Foca no desespero desse homem. Foca nessa corrida. Foca nessas lágrimas. Nesse cabelo seboso de 8 meses sem lavar deixando seu fútun no vento, minha gente! Isso tudo por que ele reencontrou a sua Little Ass Kicker. Pegou nos braços de canguru, enfiou na bolsinha e nunca mais vai soltar. Espero eu!
Foi lindo ver o trio Grimes reunido. Perdi várias lágrimas com essa cena e pedi a Deusinho que não os separe nunca mais, pelo bem do meu pobre coração.


Elogios a parte: Fico preocupada com o segmento da temporada. Sim, estamos só no primeiro episódio, mas já estou pensando no oitavo. Como fã da série estou acostumada com um ótimo episódio a cada 8 episódios. Sem exagero! A última temporada foi um sacrifício. Se gostei de cinco episódios foi muito, tá? Então, vamos fazer uma corrente de fé que, nessa temporada, isso mude e tenhamos o direito a uma leva maior de episódios muito bons e pouquíssimos fillers esquecíveis. Esse Series Premiere merece uma leva de irmãozinhos perfeitinhos e lindinhos como ele, tá, mates!

Com um roteiro impecável, 'The Walking Dead' retornou com um Series Premiere digno de uma Series Finale. Digo com todo meu coração: Se fosse o final da série, eu me sentiria completa. Foi devastador, foi impactante, foi emocional, teve Daryl cabeludo lindo, teve Rick mendigato, teve Ms. Isqueiro dando beijinho no ombro para as inimigas, foi inesquecível.

Até a próxima resenha de 'The Walking Dead'.
Até lá, sigam seguros para Washington e passem a mensagem: Não existe mais o santuário!


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CRÍTICA | Gracepoint (Season 01) • 1x01 - Episode 1 | Series Premiere

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Queria estar em Broadchurch ...

Está vendo? Por isso eu não gosto de ficar ansiosa com a estréia/retorno de uma série.
Para mim 'Gracepoint' tinha a grande possibilidade de ser a grande estreia americana dessa Fall Season. De Season Premiere já perdeu essa posição fácil, fácil e é uma pena.

Quando comecei a assistir o primeiro episódio eu prometi que não iria comparar a versão americana com a britânica. Não funcionou. Começando pelo péssimo elenco americano (ressalva a Tennant).


Na pequena cidade de Gracepoint, enquanto a Detetive Ellie (Anna Gunn) volta de férias e vê seu lugar ocupado por Emmet (David Tennant), os dois tem que deixar as diferenças de lado, para tentar entender a morte de um jovem menino de 12 anos.

Antes que comecem as reclamações dos fãs de 'Broadchurch', a produção deixou claro que após o terceiro episódio 'Gracepoint' seguirá seu próprio rumo com enredos e um assassino próprio. Espero que isso ocorra, pois uma série baseada em outra que, já começa com um episódio idêntico a sua versão perde muitos futuros fãs. Respeitar a sua antecessora é primordial, mas identidade é essencial em uma adaptação. 'Gracepoint' é uma série que merece uma identidade, após o terceiro episódio veremos se os roteiristas conseguirão desenvolver isso  até a sua Season (Series) Finale. Entretanto, para chegar até lá, 'Gracepoint' tem uma estrada enorme, antiga e cheia de obstáculos. 



O que tenho que fazer nessa cena mesmo, gente?

Separando o trigo do joio, o episódio de estréia da série americana foi muito boa.
O roteiro foi impecável, pois não mudou absolutamente NADA da versão britânica. A fotografia da série encontra-se impecável com paisagens belíssimas do oceano e da cidade de Gracepoint, infelizmente a praia não é tão bonita como a de Broadchurch, mas é o que temos para hoje, então aceita que dói menos. A trilha sonora me encantou. Delicada e emocional. Encaixou-se perfeitamente com a trama. Infelizmente, 'Gracepoint' peca miseravelmente no que é primordial para qualquer série. Um bom elenco. Sem puxa saquismo da minha parte, David Tennant foi a melhor coisa que aconteceu em todo o episódio e ele está interpretando o mesmo personagem de 'Broadchurch' com apenas uma diferença: o sotaque. Ele, no futuro, talvez modifique as camadas de Carver, mas por enquanto, ele nos deu a mesma ótima interpretação apresentada em 'Broadchurch'. O episódio, merecidamente, foi dele. Tenho visto dezenas de comentários elogiando a atuação de Anna Gunn (ex Breaking Bad), entretanto, desculpa aí fãs da Anna, mas nesse primeiro episódio considerei a atuação dela inexpressiva, não teve química alguma com David, tão diferente de Olivia Colman que, deu um banho de atuação ao lado de David. Não consigo destacar uma atuação que preste além de David. Eu paro para raciocinar, mas não consigo. Todos foram crus, distantes, desconfortáveis e forçados. Nada parecia se encaixar. Era quase uma apresentação teatral onde os alunos do 8º ano só cospem as falas decoradas, mas no fundo, não tem a menor ideia do que estão fazendo. Talvez isso mude com o decorrer da série (eu espero!), mas nesse momento, apenas vergonha. A foto acima, para mim, é uma das piores cenas que eu já assisti. Ninguém sabia o que estava fazendo. Não foi natural. A avó ficou chorando consigo, a adolescente parecia culpada, como se ela tivesse perdido uma super promoção de sapatos na Target, o pai não sabia se ficava machão que-não-chora ou se chorava como um bebê pela derrota do seu time de Baseball que não sabe o que faz com os braçose a esposa ficou num vai-e-vem emocional ridículo. Eles não tinham a menor ideia do que estavam fazendo em cena. David e Anna pareciam julgar a família profundamente. 
O resto do elenco foi tão medíocre quando a família. Haviam personagens que eram cópias fieis dos personagens de 'Broadchurch' e outros que estavam completamente alheios àquele universo. Talvez Kevin Zegers tenha uma salvação, pois seu personagem tem um pouquinho de carisma (bem pouquinho mesmo), se ele tiver tempo suficiente de tela, talvez consiga trabalhar bem isso. Vou torcer por isso, pois se a série continuar nesse ritmo... Infelizmente, não tem futuro. 

Isso é muito perigoso.
A série apresentou um ótimo roteiro, mas 90% do seu elenco não correspondeu a altura.
Não houve emoção, envolvimento, carisma, impacto, suspense, apenas um bando de atores em cenas diversas cuspindo falas, fazendo caretas de choro e tentando fazer carão de possível who que sabe tudo dos paranaue da morte do Danny da série. Se a série for cancelada, culpo inteiramente a produção pela péssima escolha de elenco, pois eu sei que temos uma boa história, um bom roteiro e um ótimo protagonista. O elenco secundário e de apoio será o grande culpado!

FOX tendo erros de produtora iniciante é vergonhoso, tá? Tá! #Inconformada!


Por favor, Deus!

Sobre o episódio foi muito bom. Honestamente. Tudo que o roteiro adaptou foi fidedigno a versão britânica. Se você não viu a série britânica, deveria, eu fiz uma mini resenha aqui e para mim, é uma das melhores séries criminais que já assisti. A Season Premiere inicia com um menino em cima de um penhasco, observando o horizonte belíssimo da costa de Gracepoint. Como num pesadelo, conhecemos a mãe da vitima que acorda assustada. O dia-a-dia de sua família é apresentado nos primeiros minutos de série. Conhecemos o básico de sua família, seus costumes, colégio, empregos. Numa transição de foco, da mãe seguimos o pai que, segue para seu emprego vai cruzando diversos personagens que ao longo da série serão primordiais para nos levar até o assassino.

Então, conhecemos a Detetive Miller que, volta de suas merecidas férias, com a surpresa que o seu tão sonhado emprego foi dado a um outro detetive que não é da cidade, é um homem e que Miller já pega abuso só com a menção do nome: Emmett Carver. 
Ele encontra-se na cena do crime. Adoro o modo que ele diz 'Por favor, Deus. De novo não!'   
Conhecemos um pouco de Carver, mais como profissional do que como pessoa. Ele deixa claro a Miller que está ali apenas para fazer seu trabalho. Ele não se envolve com as famílias. Ele não se envolve com seus colegas. Muito menos com a história deles ou da sua cidade. Ele não precisa disso para fazer seu trabalho. Ao longo do episódio vemos o tão amargurado, ranzinza e sozinho o personagem é. 


A investigação preliminar é iniciada. A família e pessoas mais próximas do cotidiano de Danny são interrogadas para que Carver e Miller consigam ter uma ideia por onde iniciar seu trabalho, pois até o momento parece difícil ter uma ideia do que diabos aconteceu para aquele garoto ser morto. Com cuidado para essa história não vazar na mídia, Carver proíbe que o assunto seja disponibilizado na mídia sem informações concretas para não desesperar o povo da pequena cidade. É claro que não é isso que acontece! Acaba que sem se dar conta, Miller coloca a pulga da curiosidade nos dedinhos do seu sobrinho, jornalista do pequeno jornal da cidade. Ele solta, sem a sua permissão, o que ele supoe ser a verdade e quando percebem a notícia está voando por todas as partes, chegando no conceituado jornal de 'San Franscico' onde uma jornalista fica interessada no caso, não só por ser a morte de uma criança, mas por ter o detetive Emmett Carver como chefe do caso. 
Depois disso, Emmett precisa lidar com o vazamento da informação para não perder a confiança da família da vitima, nem perder importantes provas. 


I've got that summertime, summertime sadness ♪

O fim do episódio não nos deixa com um cliffhanger, mas nos apresenta uma importante pista sobre a morte de Danny. Até então, acreditamos, como os detetives, que ele, por ser uma criança, foi raptado e morto por algum serial killer/maniaco/who doidão, mas quando Miller descobre que não foi bem isso que ocorreu, Carver une-se a ela para tentar compreender o que uma criança de 10 anos estava fazendo sozinha de madrugada na cidade, sem a desconfiança de seus país e conhecimento de seus amigos próximos. 
O que o teria feito fugir de madrugada? Promoção no McDonald's? O lançamento do novo playstation? Foi farrear em um baile de formatura? Mistérios rondam Gracepoint e todos são suspeitos. 

'Gracepoint' nos ensina como respeitar uma série adaptada, apresentando ao seu público uma boa Season Premiere que, infelizmente não é melhor por conta do seu fraco elenco prejudicando não só o ótimo roteiro que a produção tem em mãos, como também o envolvimento do telespectador com a trama. Fico na torcida que isso mude urgentemente, pois a série merece ter o seu destaque por aquilo que verdadeiramente é: ÓTIMA. E não por ser um possível fiasco por culpas administrativas. 

Por hoje é só, mates!
Sexta feira teremos mais David Tennant, mais mistérios e Gracepoint em forma de resenha!
Bom fim de semana e Bang Bang!  
    

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CRÍTICA | Chicago PD (Season 02) • 2x01 - Call it Macaroni | Season Premiere

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Voight isn't amused at all! 

Despretensiosamente, Chicago PD chegou na grade de séries americanas e encontra-se estabilizando como uma das melhores séries policiais da atualidade. Na última temporada que, você pode ler a minha resenha aqui, tivemos uma reviravolta de eventos no Season Finale que deixaram claro que a posição de Voight seria questionada pelos seus chefes da Internal Affairs e funcionários, não esquecendo que Halstead e Antonio tem vários pés atrás sobre o chefe, Jin foi assassinado e Edwin Stillwill mostrou que enquanto Voight estava trazendo o açúcar, Stillwill já estava com o bolo pronto.

Sem grandes surpresas, a series premiere iniciou do ponto BOOM que fomos deixados na Season Finale. O grupo está adaptando-se a perda de Jin, é o primeiro dia de Nadia, Burgess ganhou um novo parceiro e Atwater está sua nova posição. Além disso, tivemos a conclusão dos assuntos da última temporada e a abertura de vários enredos que irão ser desenvolvidos. 

Sem delongas os roteiristas não enrolaram e solucionaram com os assuntos passados numa taca só. O caso de Jin que, poderia ter sido aproveitado por mais alguns episódios, ainda mais por envolver um colega de equipe e isso sim, afeta o andamento emocional, mas uma reviravolta acabou dando todas as respostas nas mãos de Jay que teve que decidir se Voight era confiável o bastante para carregar o peso daquelas informações ou se ele deveria dar um jeito por conta própria. O desenrolar dessa situação foi ótimo para o envolvimento dos personagens, mostrando que Jin confiava em Jay o suficiente para lhe entregar provas que levassem ao culpado de sua até, então, sua provável morte. Eu não gostei nadinha de Jay ter entregue o pen drive ao Voight, por mais que eu adore-o ele não vale nem 10 centavos, basta olhar para o seu cofre abarrotado de provas e dinheiro. Adivinha onde está o pen drive agora? Depois de olhar aquele cofre cheguei a conclusão que só alguém mais podre que Voight para conseguir ferrá-lo.

Por que eu amo o Voight?
Por motivos de Jason Beghe. Eu amo esse homem. Ele trabalha muito bem, tem presença, entrega-se ao personagem, tem uma ótima química com seus colegas de elenco e é claro, aquela voz. Alguém poderia mandá-lo gravar TODOS os audiobooks possíveis? De nada, mundo. 
Falando especificamente de Voight, eu gosto dele ser um personagem cinza. O que é um personagem cinza? É um personagem que não é nem bom, nem ruim. De acordo com suas necessidades, ele anda dos dois lados. Voight é um homem muito bom, mas é melhor sendo ruim.  
Nesse episódio Voight mostrou isso claramente. Ele cedeu a chantagem de Edwin e não iria entregá-lo, mas então, ele conversou com a mãe de Jin, resolvendo fazer a coisa certa, sem nem ter a obrigação disso, ele até ajudou o pai de Jin a pagar suas dívidas com jogos. Se essa ajuda foi por ter um grande coração, não saberemos, pois ele utilizou disso também por outros motivos. Voight é tão podre quanto Edwin, mas ele ainda sabe diferenciar o bom do ruim, o certo do errado e, enquanto isso perdurar, teremos um líder forte a proteger e cuidar de Chicago, mas e se o poder subir a cabeça de Voight novamente? Esse seria um grande enredo para o futuro da série.

O caso da semana começou sendo um assalto por causa de dinheiro e terminou sendo por um motivo completamente diferente. Eu gosto assim. Gosto quando o roteirista mexe, manipula e transforma a história em algo completamente inesperado pelo personagem, logo o telespectador.
Esse caso mexeu com todos os personagens, principalmente Olinsk, Antonio e Jay. 
Pode ser só uma sensação, mas sinto que nessa temporada Antonio será mais aproveitado como um líder, pois no fim da temporada passada já estava indo por esse caminho, acredito que essa deve ser a grande jogada, até mesmo para uma nova abordagem em relação a Voight. 
Não machuquem o meu bebê!

Agora vamos falar sobre o Jaylicia. Sério, mexam com o Antonio, o Ruzek até mesmo com o Voight, mas não com o Jay. Ele fez o seu trabalho, matou o bandido, só não esperava que sua cabeça fosse colocada a premio, mas exatamente, 100 mil dólares. Eu posso estar errada, mas Chicago PD mostrou na temporada passada que seus enredos duram, no máximo, três episódios. Sinto que esse será o caso desse plot para Jay, ainda mais pela quantidade de dinheiro envolvido. Imagine quantos bandidos e policiais corruptos irão brotar querendo a cabeça do até então simples e comum policial de Chicago? 
Uma coisa eu garanto: Isso vai dar em uma treta sinistra!

Pode ter sido rapidamente, mas eu surtei com o final apresentando a mãe da Lindsay. Gente, o que aconteceu com a família dela? Erin tem um passado difícil, me questiono: como sua família lidou com isso? Será que eles foram causadores ou pior, não a resgataram da escuridão em nenhum momento? O modo que a Erin reagiu com a mãe, grossa e seca, sem o menor carinho e muito menos se importando com a novidade que sua mãe estava tentando lhe contar durante todo o episódio apenas mostrou a ruptura enorme que ela tem com sua família, logo, tem muita história a ser contada e uma família a ser reconstituída. Espero que a família dela seja explorada ao decorrer da série, pois sinto que Erin é muito sozinha, como Severide (Chicago Fire) diferente de todo os seus colegas na equipe lhe dar uma família e amigos é mais que merecido para a nossa Baby Erin. Além do mais, Sophia diva merece arrasar com enredos dignos de uma Queen, né, mates?

I feel you bro!

Não preciso falar que shippei todas as cenas de Jaylicia com a Baby Erin, principalmente a cena deles na cozinha do escritório, novamente, pegando café e conversando sobre o trabalho e a vida amorosa de Jay. Quando será o dia que ela vai entrar naquela cozinha e eles vão ser um casal? Espero que logo, tá Nick? Tá, Bárbara!
Não vamos falar sobre Severide, não quero traí-lo nessa resenha!



Falando sobre outro casal amor amor: Ruzek e Burgess foram muito lindos na única cena que tiveram juntos, mas não curti muito ter ficado no ar que, talvez, o novo parceiro de Burgess pode vir a ser um futuro par romântico para a nossa policial teimosinha. É esperado que Burgess corresse atrás para entender o porquê do 'Romano' não ter mostrado nenhuma simpatia por si, entretanto, ficou um clima no ar quando o verdadeiro motivo para o desgostar existir. Só aviso que: NÃO BURGESS! Sossega com Ruzek que você sofreu muito para conseguir essa fofura de homem, tá? Novamente, tá!

Adorei o retorno da série, fez jus a season finale e manteve a estabilidade apresentada na sua estreia na grade americana. Agora fico na torcida para que essa temporada seja tão boa quanto à anterior. 
Semana que vem, teremos mais daquela voz maravilhosa do Voight!
Por hoje é só, mates!
Bang, bang para vocês!

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