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CRÍTICA | DC's Legends of Tomorrow (Series Premiere) (Season 01)

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016


Vamos lá. Não suporto Arrow, para mim é uma das produções mais fracas de super herói atualmente. The Flash não consegui sair do piloto. E Legend's? É muito bom. Talvez eu esteja com bom humor ou sendo boazinha, mas eu gostei - e muito. 




O elenco é surpreendentemente bom, os personagens  foram introduzidos nos episódios de suas séries colegas, mas aqui foram reapresentadas para o novo público. Infelizmente, eu senti uns errinhos no roteiro, ainda mais por ter dado um pouquinho de foco a mais para Hawkgirl e seu arco, mas quem sou eu para reclamar... Eu amo essa heroína! Isso do roteiro pode vir a ser um problema futuramente, então vou torcer para que seja apenas um erro de edição ou talvez só algo de uma vez ou outra. 


Sobre o arco: Não dá para dizer muito, apenas que Savage será o vilão principal e talvez cada episódio será focado num vilão e época diferente, até que eles consigam alcançar o vilão-foco. Uma pegada Doctor Who que pode ser muito bem aproveitada.



Sobre os personagens, foi fácil se afeiçoar por eles. São diferentes, espontâneos e marcantes. Cada um tem uma missão e um passado, cada um tem um motivo para estar ali. Heróis, pessoas buscando redenções, criminosos... Uma boa mistura! Shippar não é crime, viu? Casal Hawk já está no meu coração! Eu quero Sara com o Cold, porquê eu senti algo ali e eu não estou doida! E por ora, é isso...


Se Os Vingadores eram uma bomba relógio, como podemos classificar as Lendas do Amanhã?
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CRÍTICA | Gracepoint (Season 01) - 1x02 • Episode 02

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Estou ligando aqui para ver o quanto eu não me importo com a sua opinião. Espere só um minutinho, tá? 

Morno como a sua Season Premiere, o segundo episódio da estreia 'Gracepoint' mostra que uma série que tem tudo para engrenar, só consegue isso quando todos os elementos estão em perfeito alinhamento e é claro que isso não está ocorrendo na versão americana da série britânica 'Broadchurch'.

O episódio segue a continuação da investigação do homicídio de Danny Solano. Agora inicia a etapa da busca de suspeitos e provas. Uma missão que deveria ser fácil em uma cidade pequena onde todos se conhecem, mas acaba se mostrando um desafio quando a cada novo rosto apresentado uma razão para desconfiar de seu caráter é destacado.

O que faltou em sua Season Premiere continua a assombrar. Gracepoint acerta tanto em roteiro, quanto na produção com uma filmagem excelente, dona de uma das melhores fotografias em uma série americana na atualidade e uma trilha sonora perfeita com o enredo, o elenco não se encontra em alinhamento e continua sendo a maldição da série. Alguns mostram saber muito bem que papel estão a interpretar, como Emmett e Ellie, David conhece bem a voz de Emmett e Anna mostrou nesse segundo episódio que está mais confortável em seu papel e com a sua parceria com Tennant, já os outros parecem tão perdidos quanto um cego no meio do Apocalipse Zumbi. Se eu fosse a FOX cancelava a série apenas para fazer uma nova chamada de elenco, ato similar que aconteceu com 'Constantine' que os telespectadores declararam ódio a uma personagem apresentada no piloto e o canal tratou de cortar a coitada, sem nem apresentar a personagem durante a temporada e colocou um novo rosto e personagem ocupando seu lugar. Uma manobra esperta, mas perigosa para quem está começando.


Só vim passear no parque com o meu filho e estou me sentindo tão atacada agora!

Entre muitos erros e alguns acertos, 'Gracepoint' apresentou um episódio igualzinho a Broadchurch se lançando na missão de tentar conquistar você, telespectador, a seguir a série para descobrir junto com Emmett e Ellie quem matou Danny Solano.

Esse episódio tentou destacar a dura relação de Emmett e Ellie. Ela não compreende o modo turrão do novo chefe que, simplesmente, não se envolve emocionalmente com o caso. Ele está certo. Se envolver só vai deixá-lo mais fraco e propenso a cometer erros por motivos emocionais, entretanto, ser fechado a emoções, o torna racional como um animal, o que o distância das pessoas e, principalmente, das suas motivações para cometer o crime.O problema de Ellie é que ela sabe demais sobre a família Solano. São seus amigos, Danny era amigo de seu filho. Ela se sente na obrigação de saber a verdade por eles, por seu filho e até mesmo, para se mostrar capaz disso. É a razão contra a emoção claramente exposta na parceria entre os dois detetives e, enquanto, nenhum dos dois aceitar modificar suas visões pelo caso, eles não sairão do mesmo lugar.

Rosemont é mencionado pela jornalista mequetrefe Renee, que, aparentemente, está ali apenas para dar uns pegas no sobrinho gatinho da Ellie e infernizar nosso amargurado Emmett, fazendo questão de assombrá-lo com o caso da cidade de Rosemont que não foi resolvido por Emmett. Na época, três crianças foram dadas como desaparecidas e o caso foi fechado, sem conclusão. Carver foi visto como culpado e foi para Gracepoint para um novo emprego, o que surpreende Renee Mequetrefe que acreditava que nunca mais Emmett, o amargurado iria conseguir um emprego descente e com 55 anos teria que ir para o Pronatec para conseguir um novo mercado de trabalho.



[Insira aqui todo o sofrimento do mundo]

Como eu esperava, David Tennant brilhou no episódio.
Ele não só reforçou um personagem amargurado e assombrado por um passado e possível futuro tenebroso, como nos mostrou em pequenas camadas que Emmett é um poço de segredos sobre quem ele é, e que, de modo algum, ele confia em alguém em sua vida, mesmo sendo seu colega de trabalho, como Miller. Fica evidente que Carver carrega nas costas uma doença. Ele passa mal, diante de seus colegas, mas ninguém se dá conta. Solitário, ele se aloja no banheiro e se medica, deixando no ar, que doença o assombra. Quem viu 'Broadchurch' terá uma pista, de qualquer modo, é bom lembrar que após o Terceiro Episódio de 'Gracepoint', a série seguirá uma nova estrada, assim, mudanças podem vir à acontecer quanto a esse segredo de Carver.

Seguindo com a investigação, Emmett, o amargurado e Tia Ellie descobrem que Danny era a criança mais rica de Gracepoint, pois tinha amarrado debaixo de sua cama nada mais, nada menos que 500 dólares. Eles ficam  desconfiados do motivo para tanto dinheiro na posse de um garotinho, mas eu entendi tudo, gente. Ele estava juntando para comprar um Playstation 5. Pô, com o preço do 4 é necessário juntar por anos o dinheiro para o próximo. É claro que os detetives não me ouviram e mandaram eu ficar quietinha no cantinho do burro. A grande questão é: o que diabos tanto dinheiro estava fazendo nas mãos de uma criança? Ele encontrou? Alguém o pagou para ficar quieto sobre alguma coisa? Para só complicar a sua situação, Ellie descobre que Chloe, irmã de Danny, estava com a posse de uma pequena sacolinha de cocaína, mais tarde, descobrimos que era de seu namorado. As drogas não era para o seu uso e sim, para sua antiga chefe, Gemma Fisher que ia vender para dois turistas que pediram tal 'diversão'. Pensa que as tretas acabaram por aí? Não! Segurem o forninho e se preparem! Beth descobre que está gravida. Pois é! E como esperado, resolve contar apenas ao reverendo, logo depois de surtar no estacionamento do supermercado. 

O reverendo ganhou um maior desenvolvimento nesse episódio e preciso confessar: QUE MEDO! Não conheço o trabalho do ator, mas o considerei extremamente intimidante, e não sei dizer se é uma camada do ator ou parte do caráter do personagem que, está bem diferente de Arthur Darvill em 'Broadchurch' que tinha uma postura adorável e reconfortante. Eu fiquei durante todo seu dialogo com Beth implorando para ela correr, pois aquilo ia terminar com ela dentro do porta malas, mas foi só uma impressão ruim de quem assiste séries criminais demais. Reverendo veio a Beth como a imagem da força que ela precisa para continuar a sua jornada, mesmo que tudo indique para ela desistir.


[Insira aqui alguma reação nada haver com a que eu deveria estar tendo.]

A cidade deveria se chamar 'Secrets', já que todos parecem guardar algum segredo negro em suas almas, começando pelos Solanos. Só a vovó que até agora parece a única santa da família, mas já já vamos descobrir que ela tem uma coleção proibida de G Magazines. Não duvido nada!
Mark Solano declarou que estava trabalhando na noite do homicídio de Danny, mas, Ellie e Emmett descobrem que ele estava mentindo, pois foi visto em outro ponto da cidade, esperando alguém entre o horário que deveria estar no tal trabalho. Para que mentir sobre algo tão sério? Emmett não tem a menor paciência com quem está começando. Ele o interroga e fica mais encucado com o patriarca da família Solano que simplesmente não se lembra de nada daquela noite. Conveniente, certo?
Sem álibi, Mark se torna o primeiro suspeito não declarado do homicídio.

Para piorar a situação do Mark, o sonso, Danny tinha um diário e, nele, deixou claro que precisava ir embora e que o pai o mataria. Por que ele deveria de ir embora? E qual seria o motivo que faria seu pai desejá-lo matá-lo?

O que era necessário para culpar Mark do crime eram provas, Carver e Miller as tem em uma casinha no meio do nada, sem sabor de chocolate, mas com sangue e marca de um sapato logo na entrada. Dentro da casa encontram as digitais de Mark Solano e, mesmo contra a opinião de Miller, Emmett, o amargurado, dá voz de prisão a Mark, sentindo que talvez, esteja há um passo de solucionar aquele crime bárbaro.

O que Carver não sabe ainda é que existe muito para ser desenterrado desse homicidio. Começando por Susan Wright, a proprietária da cabana não dá a menor abertura a polícia, como a maioria dos moradores que mostram que querem ajudar nesse caso, ela se mostra quase que satisfeita com a morte de Danny e, o telespectador é presenteado com um segredo da proprietária: ela guarda o skate desaparecido de Danny. Por que? Um novo mistério que deve ser solucionado com Emmett e Ellie. O que importa é que, os roteiristas nos entregam um culpado e o elimina assim que lembramos dessa pequena informação jogada no principio do episódio, mostrando aquilo que declarei: todos na cidade tem um pequeno segredo sujo envolvendo esse homicídio e os detetives irão precisar descobrir cada um deles para montar o tabuleiro desse quebra cabeça para descobrirem o que aconteceu com Danny. 



Parada! Vou roubar o seu coração. - Ou não!

'Gracepoint' entregou um bom episódio equilibrando o que tem de melhor em seu enredo, mesmo que parte do seu elenco seja o grande motivo para a série não ter tido a liga perfeita que a britânica apresentou em sua estreia, a estabilidade desse episódio nos mostra que a série tem muito a oferecer. Estamos apenas no começo, muita coisa já foi apresentada, e muitas outras irão acontecer. Mesmo com sua instabilidade, 'Gracepoint' deixa um aviso: Me dê uma chance que, eu juro, juro mesmo que mereço o lugar que conquistei. Você não vai se arrepender.
 Então, porque não dar uma chance? 


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CRÍTICA | Gracepoint (Season 01) • 1x01 - Episode 1 | Series Premiere

Por Bárbara Sobral •
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Queria estar em Broadchurch ...

Está vendo? Por isso eu não gosto de ficar ansiosa com a estréia/retorno de uma série.
Para mim 'Gracepoint' tinha a grande possibilidade de ser a grande estreia americana dessa Fall Season. De Season Premiere já perdeu essa posição fácil, fácil e é uma pena.

Quando comecei a assistir o primeiro episódio eu prometi que não iria comparar a versão americana com a britânica. Não funcionou. Começando pelo péssimo elenco americano (ressalva a Tennant).


Na pequena cidade de Gracepoint, enquanto a Detetive Ellie (Anna Gunn) volta de férias e vê seu lugar ocupado por Emmet (David Tennant), os dois tem que deixar as diferenças de lado, para tentar entender a morte de um jovem menino de 12 anos.

Antes que comecem as reclamações dos fãs de 'Broadchurch', a produção deixou claro que após o terceiro episódio 'Gracepoint' seguirá seu próprio rumo com enredos e um assassino próprio. Espero que isso ocorra, pois uma série baseada em outra que, já começa com um episódio idêntico a sua versão perde muitos futuros fãs. Respeitar a sua antecessora é primordial, mas identidade é essencial em uma adaptação. 'Gracepoint' é uma série que merece uma identidade, após o terceiro episódio veremos se os roteiristas conseguirão desenvolver isso  até a sua Season (Series) Finale. Entretanto, para chegar até lá, 'Gracepoint' tem uma estrada enorme, antiga e cheia de obstáculos. 



O que tenho que fazer nessa cena mesmo, gente?

Separando o trigo do joio, o episódio de estréia da série americana foi muito boa.
O roteiro foi impecável, pois não mudou absolutamente NADA da versão britânica. A fotografia da série encontra-se impecável com paisagens belíssimas do oceano e da cidade de Gracepoint, infelizmente a praia não é tão bonita como a de Broadchurch, mas é o que temos para hoje, então aceita que dói menos. A trilha sonora me encantou. Delicada e emocional. Encaixou-se perfeitamente com a trama. Infelizmente, 'Gracepoint' peca miseravelmente no que é primordial para qualquer série. Um bom elenco. Sem puxa saquismo da minha parte, David Tennant foi a melhor coisa que aconteceu em todo o episódio e ele está interpretando o mesmo personagem de 'Broadchurch' com apenas uma diferença: o sotaque. Ele, no futuro, talvez modifique as camadas de Carver, mas por enquanto, ele nos deu a mesma ótima interpretação apresentada em 'Broadchurch'. O episódio, merecidamente, foi dele. Tenho visto dezenas de comentários elogiando a atuação de Anna Gunn (ex Breaking Bad), entretanto, desculpa aí fãs da Anna, mas nesse primeiro episódio considerei a atuação dela inexpressiva, não teve química alguma com David, tão diferente de Olivia Colman que, deu um banho de atuação ao lado de David. Não consigo destacar uma atuação que preste além de David. Eu paro para raciocinar, mas não consigo. Todos foram crus, distantes, desconfortáveis e forçados. Nada parecia se encaixar. Era quase uma apresentação teatral onde os alunos do 8º ano só cospem as falas decoradas, mas no fundo, não tem a menor ideia do que estão fazendo. Talvez isso mude com o decorrer da série (eu espero!), mas nesse momento, apenas vergonha. A foto acima, para mim, é uma das piores cenas que eu já assisti. Ninguém sabia o que estava fazendo. Não foi natural. A avó ficou chorando consigo, a adolescente parecia culpada, como se ela tivesse perdido uma super promoção de sapatos na Target, o pai não sabia se ficava machão que-não-chora ou se chorava como um bebê pela derrota do seu time de Baseball que não sabe o que faz com os braçose a esposa ficou num vai-e-vem emocional ridículo. Eles não tinham a menor ideia do que estavam fazendo em cena. David e Anna pareciam julgar a família profundamente. 
O resto do elenco foi tão medíocre quando a família. Haviam personagens que eram cópias fieis dos personagens de 'Broadchurch' e outros que estavam completamente alheios àquele universo. Talvez Kevin Zegers tenha uma salvação, pois seu personagem tem um pouquinho de carisma (bem pouquinho mesmo), se ele tiver tempo suficiente de tela, talvez consiga trabalhar bem isso. Vou torcer por isso, pois se a série continuar nesse ritmo... Infelizmente, não tem futuro. 

Isso é muito perigoso.
A série apresentou um ótimo roteiro, mas 90% do seu elenco não correspondeu a altura.
Não houve emoção, envolvimento, carisma, impacto, suspense, apenas um bando de atores em cenas diversas cuspindo falas, fazendo caretas de choro e tentando fazer carão de possível who que sabe tudo dos paranaue da morte do Danny da série. Se a série for cancelada, culpo inteiramente a produção pela péssima escolha de elenco, pois eu sei que temos uma boa história, um bom roteiro e um ótimo protagonista. O elenco secundário e de apoio será o grande culpado!

FOX tendo erros de produtora iniciante é vergonhoso, tá? Tá! #Inconformada!


Por favor, Deus!

Sobre o episódio foi muito bom. Honestamente. Tudo que o roteiro adaptou foi fidedigno a versão britânica. Se você não viu a série britânica, deveria, eu fiz uma mini resenha aqui e para mim, é uma das melhores séries criminais que já assisti. A Season Premiere inicia com um menino em cima de um penhasco, observando o horizonte belíssimo da costa de Gracepoint. Como num pesadelo, conhecemos a mãe da vitima que acorda assustada. O dia-a-dia de sua família é apresentado nos primeiros minutos de série. Conhecemos o básico de sua família, seus costumes, colégio, empregos. Numa transição de foco, da mãe seguimos o pai que, segue para seu emprego vai cruzando diversos personagens que ao longo da série serão primordiais para nos levar até o assassino.

Então, conhecemos a Detetive Miller que, volta de suas merecidas férias, com a surpresa que o seu tão sonhado emprego foi dado a um outro detetive que não é da cidade, é um homem e que Miller já pega abuso só com a menção do nome: Emmett Carver. 
Ele encontra-se na cena do crime. Adoro o modo que ele diz 'Por favor, Deus. De novo não!'   
Conhecemos um pouco de Carver, mais como profissional do que como pessoa. Ele deixa claro a Miller que está ali apenas para fazer seu trabalho. Ele não se envolve com as famílias. Ele não se envolve com seus colegas. Muito menos com a história deles ou da sua cidade. Ele não precisa disso para fazer seu trabalho. Ao longo do episódio vemos o tão amargurado, ranzinza e sozinho o personagem é. 


A investigação preliminar é iniciada. A família e pessoas mais próximas do cotidiano de Danny são interrogadas para que Carver e Miller consigam ter uma ideia por onde iniciar seu trabalho, pois até o momento parece difícil ter uma ideia do que diabos aconteceu para aquele garoto ser morto. Com cuidado para essa história não vazar na mídia, Carver proíbe que o assunto seja disponibilizado na mídia sem informações concretas para não desesperar o povo da pequena cidade. É claro que não é isso que acontece! Acaba que sem se dar conta, Miller coloca a pulga da curiosidade nos dedinhos do seu sobrinho, jornalista do pequeno jornal da cidade. Ele solta, sem a sua permissão, o que ele supoe ser a verdade e quando percebem a notícia está voando por todas as partes, chegando no conceituado jornal de 'San Franscico' onde uma jornalista fica interessada no caso, não só por ser a morte de uma criança, mas por ter o detetive Emmett Carver como chefe do caso. 
Depois disso, Emmett precisa lidar com o vazamento da informação para não perder a confiança da família da vitima, nem perder importantes provas. 


I've got that summertime, summertime sadness ♪

O fim do episódio não nos deixa com um cliffhanger, mas nos apresenta uma importante pista sobre a morte de Danny. Até então, acreditamos, como os detetives, que ele, por ser uma criança, foi raptado e morto por algum serial killer/maniaco/who doidão, mas quando Miller descobre que não foi bem isso que ocorreu, Carver une-se a ela para tentar compreender o que uma criança de 10 anos estava fazendo sozinha de madrugada na cidade, sem a desconfiança de seus país e conhecimento de seus amigos próximos. 
O que o teria feito fugir de madrugada? Promoção no McDonald's? O lançamento do novo playstation? Foi farrear em um baile de formatura? Mistérios rondam Gracepoint e todos são suspeitos. 

'Gracepoint' nos ensina como respeitar uma série adaptada, apresentando ao seu público uma boa Season Premiere que, infelizmente não é melhor por conta do seu fraco elenco prejudicando não só o ótimo roteiro que a produção tem em mãos, como também o envolvimento do telespectador com a trama. Fico na torcida que isso mude urgentemente, pois a série merece ter o seu destaque por aquilo que verdadeiramente é: ÓTIMA. E não por ser um possível fiasco por culpas administrativas. 

Por hoje é só, mates!
Sexta feira teremos mais David Tennant, mais mistérios e Gracepoint em forma de resenha!
Bom fim de semana e Bang Bang!  
    

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Series Challenge | 04 • Covert Affairs (2010)

Por Bárbara Sobral •
quarta-feira, 23 de julho de 2014

                        04 • Covert Affairs

Annie Walker (Piper Perabo), uma jovem agente em treinamento da CIA, é colocada em um círculo de confiança da agência quando ela inesperadamente acaba sendo promovida para operações em campo. Enquanto tudo aparenta que ela foi puxada da obscuridade para suas excepcionais habilidades linguísticas, pode haver alguma coisa ou alguém de seu passado que seus chefes da CIA estão realmente atrás.





Melhores Momentos: Não é surpresa alguma que amo séries criminais vide meu Banco de Séries e Resenhas no Ms Series Killer. Sempre soube da existência de 'Covert Affairs', mas nunca tive o interesse de acompanhar por motivos: tenho séries demais para ver e a temática similar a 'Alias', mesmo que Piper Perabo e Christopher Gorham me atraíssem muito a dar uma chance. Depois de um belo dia sem nada para assistir na televisão acabei parando num episódio aleatório da série e curti, então resolvi dar uma chance e não me arrependi. A 1º Temporada tem apenas 13 episódios (YAY!) girando em torno de Annie Walker (Piper Perabo) e sua súbita promoção para trabalhar nas Operações em Campo. 

O que considerei o melhor de Covert Affairs foi explorar as relações pessoais dos personagens. Conhecemos a família de Annie e como ela tenta os proteger de seu trabalho; também sabemos de seu grande amor Ben Mercer, que misteriosamente a abandonou em férias românticas, mais para sempre, é claro, descobrimos o seus motivos. Temos também as relações de Auggie Anderson, sua vida que poderia ser complicada por causa de sua deficiência visual, mas que é ultrapassada brilhantemente e temos, por fim, Joan Campbell a chefe centrada e determinada do departamento de Operações que tem um relacionamento complicado com seu chefe Arthur Campbell, sim, seu marido. 

Todos os episódios tratam de uma missão diferente, o que é sempre bem vindo, pois apresenta novos personagens, situações e missões para Annie e sua equipe resolver. Vale ressaltar que gostei de todos os personagens - o que é bem raro. Annie é uma protagonista forte, extrovertida e destemida, Auggie é um parceiro sarcástico e brilhante, até mesmo Joan e Arthur conseguem roubar a cena com suas poucas cenas juntos. E sabe o Ben? Vale a pena ficar de olho nele, ele tem muito a oferecer a série - e a nossa Annie.
É uma série fácil de assistir, quem gosta desse tipo de gênero vai gostar do movimento dos episódios e desenvolvimento dos personagens.  


Piores Momentos: Eu diria que a série tem como negativo a falta de originalidade com o tema, mas dá para sobreviver a isso. Não considerei nenhum momento da série como detestável, o que é positivo, entretanto, assisti a série despretensiosamente, então a série pode ter seus defeitos, mas nada que faça você querer matar os personagens, produção e todo o universo.



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